MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
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O Seminário Inovação em Powertrain destacou a necessidade de soluções múltiplas para reduzir emissões no Brasil. O governo aumentou a mistura de etanol e biodiesel, enquanto a Honda planeja lançar novos modelos híbridos até 2030.
No 11º Seminário Inovação em Powertrain da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), realizado na semana passada, os participantes concordaram que a redução das emissões de gás carbônico requer uma combinação de soluções. O Brasil, com suas fontes energéticas renováveis abundantes, se posiciona de forma privilegiada. Gábor Deak, diretor de Tecnologia e Sustentabilidade do Sindipeças, expôs a opinião de seus 470 associados, sendo 75% pequenas e médias empresas.
Márcio Melhorança, da empresa Horse Latam, enfatizou o desenvolvimento de um motor-gerador a combustão, que trabalha em conjunto com um motor elétrico da WEG, visando aumentar o alcance de veículos com tração elétrica e buscando eficiência.
Recentemente, o Governo Federal anunciou a elevação do teor de etanol na gasolina de 27% para 30% e do biodiesel de 14% para 15%. Embora a expectativa seja de redução no preço da gasolina, a margem de queda pode ser mínima, sendo compensada por um leve aumento no consumo, especialmente em veículos mais antigos. Com relação ao biodiesel, a preocupação gira em torno da sua baixa qualidade e a falta de fiscalização pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que enfrenta restrições orçamentárias.
A Honda anunciou planos para expandir sua oferta de modelos híbridos. Toshihiro Mibe, presidente da Honda, observou que a demanda por veículos híbridos está crescendo, enquanto a adesão a veículos elétricos enfrenta um crescimento abaixo das expectativas. A fabricante planeja lançar pelo menos 13 novos modelos híbridos, como o Civic e o Fit, entre 2027 e 2030, com uma meta de redução mínima de 10% no consumo de combustível.
No mercado dos EUA, a participação de veículos elétricos teve uma leve queda em maio devido a mudanças nas normas do governo federal, que afrouxaram as regras de consumo de gasolina. Na Europa, a Stellantis indicou que precisará dobrar suas vendas de elétricos para cumprir as metas de CO2, o que considera uma tarefa impossível, podendo resultar no fechamento de fábricas.
Em Camaçari, na Bahia, a BYD realizou um evento para apresentar sua nova fábrica, que ainda não começou a produzir efetivamente. De acordo com Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da empresa, a licença de operação deve ser obtida em breve e, no primeiro ano, a operação se concentrará na remontagem de veículos importados. A produção integral está prevista para fases futuras, com uma capacidade inicial de 150 mil veículos por ano, podendo chegar a 300 mil unidades anualmente.
O investimento total na nova planta é de R$ 5,5 bilhões e deverá gerar até 20 mil empregos diretos e indiretos quando estiver totalmente operacional. Baldy afirmou que a empresa poderia considerar uma associação com a Anfavea no futuro, embora ainda existam diferenças conceituais com a entidade que representa os fabricantes já estabelecidos no Brasil.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Idaron
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