Carregando...

  • 19 Apr, 2026

Um triplo tornado no Paraná destaca a urgência de medidas climáticas, enquanto iniciativas científicas buscam soluções para a Amazônia e debates sobre a Teoria dos Refúgios.

```html

A passagem de um triplo tornado pelo interior do Paraná, ocorrida dias antes do início da COP30, causou devastação em uma cidade e serve como um alerta às autoridades globais sobre a urgência em desenvolver estratégias para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, cada vez mais severas e destrutivas.

Pesquisadores estão trabalhando arduamente para apresentar avanços e soluções relacionadas ao clima, com atenção especial voltada à Amazônia, um dos focos dos esforços ambientais. Dentre as iniciativas, destaca-se a exposição “Ciência na Amazônia: história, desafios e descobertas”, promovida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

A Teoria dos Refúgios é um dos tópicos abordados na exposição. Essa teoria reflete a busca humana por segurança em ambientes protegidos contra os extremos climáticos. Os pesquisadores que defendem essa teoria enfatizam a importância de estudar com rigor os recursos naturais. Por outro lado, os críticos argumentam que a diversidade da Amazônia desafia a teoria, devido às variações de seca e inundação que a floresta enfrenta ao longo do tempo. A relevância da teoria reside na capacidade de estimular um debate produtivo sobre os impactos ambientais e as soluções possíveis.

No contexto político, o governo estadual de Rondônia enfrenta uma queda acentuada no orçamento, que deve diminuir em pelo menos 30% no próximo ano. Essa situação gerou inquietação entre os governadores em potencial, com alguns reconsiderando suas candidaturas ao Centro Administrativo Rio Madeira, sede do governo. A situação econômica gerou preocupações entre os servidores públicos, que lembram de momentos difíceis no passado quando Rondônia enfrentou sérias crises financeiras.

O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), recuperou o ânimo para uma candidatura ao governo de Rondônia, impulsionado por pesquisas mais favoráveis, após considerar a possibilidade de desistir para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Chaves voltou a interagir com aliados políticos, quebrando barreiras que seus adversários impuseram.

Os motivos para o otimismo de Hildon são vários: o vice-governador e outro potencial candidato, Sergio Gonçalves (União Brasil), não está obtendo êxito nas pesquisas; seu rival Fernando Máximo provavelmente se lançará ao Senado; além disso, ele mantém uma diferença favorável nas pesquisas na capital, onde conta com uma base sólida em municípios onde atua no setor educacional, como Cacoal, Pimenta e Vilhena. A dispersão de candidatos na base bolsonarista também contribui para suas expectativas.

Enquanto isso, lideranças do movimento bolsonarista em Santa Catarina buscam resolver a questão envolvendo a candidatura do vereador Carlos Bolsonaro ao Senado. Elas sugerem que o ex-presidente Jair Bolsonaro avalie a possibilidade de realocar a candidatura para estados como Acre, Rondônia ou Roraima, que também possuem forte presença conservadora. Uma desistência de Carlos Bolsonaro em Santa Catarina poderia ser vista como um revés para o clã, especialmente com as tensões políticas em outras regiões do país.

A deputada estadual Ana Campanholo (PL-SC) critica a situação política em Rondônia e outros estados da região, ressaltando que precisam de mais lideranças do que Santa Catarina, que já é um dos estados mais desenvolvidos do país. Essa afirmação provocou reações no cenário político rondoniense, levantando a possibilidade de campanhas contrárias à candidatura de Carlos Bolsonaro no estado.

Em meio a essa situação política, os governadores da Amazônia que buscam uma vaga no Senado enfrentam desafios legais. O governador do Acre, Gladson Cameli, aparece à frente nas pesquisas no seu estado, enquanto Antônio Denarium, de Roraima, lida com problemas judiciais, tendo sido cassado mas permanecendo no cargo. Por outro lado, o governador do Amazonas, Wilson Miranda, está livre de questões legais, mas enfrenta forte concorrência em sua busca por uma cadeira no Senado.

O comércio varejista em Rondônia está sofrendo com o elevado nível de endividamento das famílias, e lojistas esperam que em 2026, com a redução dos juros, a situação melhore devido à proximidade das eleições, quando as autoridades tendem a agir com mais sensibilidade. Além disso, o Hotel Ecos está à venda em Porto Velho, parte de uma rede que inclui estabelecimentos em Ji-Paraná e Rolim de Moura. A prefeitura de Porto Velho também precisa se preparar para um orçamento reduzido no próximo ano, o que exigirá do prefeito Leo Moraes (Podemos) um gerenciamento cuidadoso das demandas locais.

Fonte das informações: Rondoniaovivo

```