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O Grupo Chavantes respondeu às críticas do presidente da Câmara de Vilhena, Celso Machado, alegando que ele busca apenas gerar polêmica sem fundamentos.
O Grupo Chavantes enviou uma nota ao Extra de Rondônia em resposta a críticas feitas pelo presidente da Câmara de Vilhena, Celso Machado, durante a última sessão ordinária. O vereador fez manifestações adversas em relação à gestão da saúde do município, e o Grupo Chavantes contesta essas declarações, afirmando que Machado está mais interessado em se promover do que em encontrar soluções.
De acordo com o Grupo Chavantes, o vereador "requentou" questões administrativas que já estavam resolvidas há quase um ano, com o objetivo de criar uma falsa aparência de escândalo. A instituição afirma que a estratégia do vereador é "gerar barulho, não solução".
A nota destaca que o Grupo Santa Casa de Chavantes já oficiou o vereador solicitando informações concretas sobre um caso mencionado por Machado referente a um paciente com fratura exposta, mas até o momento não recebeu detalhes como data, nome ou unidade. Essa falta de especificidade compromete a possibilidade de uma investigação séria e uma eventual sindicância.
O Grupo enfatiza que a identificação clara dos fatos é crucial para garantir a transparência e a melhora contínua dos serviços. Segundo a nota, a falta de informações geradas por discursos inflacionados exime a sociedade vilhenense da responsabilidade de confrontar informações não verificadas. A nota também ressalta que o respeito à democracia não é apenas sobre liberdade de expressão, mas também sobre responsabilidade e direito de resposta, especialmente ao atacar a credibilidade de uma instituição reconhecida.
Sobre um incidente elétrico mencionado pelo vereador, o Grupo Chavantes esclareceu que se tratou de um problema estrutural reconhecido em estudo técnico e que foi detectado antes de causar danos maiores. O grupo preferiu agir rapidamente em vez de transferir a responsabilidade à Secretaria Municipal de Saúde.
No que se refere à compra de brocas cirúrgicas, a nota explica que a solicitação iniciou em dezembro de 2024, atendendo a demandas da equipe médica e dentro de normativas técnicas e jurídicas. As devoluções análogas ocorreram devido a falhas do fornecedor, não da equipe de compras, que atua em um setor notoriamente complexo.
O Grupo Chavantes assegura que nenhum paciente foi prejudicado e que o setor de neurologia continua em operação normal. A instituição enfatiza sua abordagem rigorosa em compras para garantir a segurança dos pacientes e a eficiência na gestão de recursos públicos, contrastando com sua situação anterior, que era marcada pela falta de insumos essenciais.
Pelo fim, o Grupo reafirma seu compromisso com a transparência e responsabilidade institucional, prometendo prestar contas com base em dados ao invés de discursos inflamativos.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Extra de Rondônia
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