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  • 18 Apr, 2026

Brasil antecipa exploração de terras raras para evitar invasões estrangeiras, reafirmando sua soberania em meio a tensões globais.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem gerado apreensão no cenário internacional com suas ações e declarações, que muitas vezes contrastam com seu desejo de conquistar o Prêmio Nobel da Paz. O Brasil está adotando medidas para garantir a proteção de suas riquezas naturais, especialmente na Amazônia, enquanto evita a possibilidade de uma ocupação por potências globais. Ao conceder imediatamente autorizações para a exploração de recursos valiosos, o país busca tanto aumentar a receita quanto afirmar sua soberania.

Essa estratégia é uma resposta à crescente competição internacional por áreas estratégicas. O Brasil, ao agir de forma proativa, tenta evitar a repetição de erros do passado relacionados à inação diante de interesses externos. A diplomacia do governo brasileiro tem sido criticada em diversos aspectos, mas se mostra eficaz nessa questão específica, evidenciando um compromisso com a proteção dos interesses nacionais.

No cenário político de Rondônia, há movimentações significativas com a possível filiação do ex-deputado federal Expedito Neto ao Partido dos Trabalhadores (PT). Essa decisão, recomendada por seu pai, visa a candidatura ao governo do estado. Enquanto Expedito Pai permanece no PSD, sua família enfrenta tensões internas, pois parte dos petistas está insatisfeita com a articulação em torno da candidatura de Adailton Fúria, atual prefeito de Cacoal. Apesar das dificuldades, o plano político prossegue com a intenção de reforçar a aliança.

Rondônia possui um histórico de estratégias políticas que não têm dado certo nas urnas. Em eleições passadas, coligações entre políticos adversários, como a de Carlinhos Camurça e Mauro Nazif, resultaram em fracassos eleitorais. A tentativa de unir forças entre inimigos políticos frequentemente se transforma em derrota, como evidenciado pela campanha de Francisco Chiquilito Erse em 1994, que despencou devido a desentendimentos na coordenação da aliança.

Com a confirmação da pré-candidatura do Coronel Braguim, pelo Partido Novo, o número total de candidatos ao governo de Rondônia pode chegar a dez, o que seria um recorde. Caso o MDB e o PDT também lancem candidatos, a corrida eleitoral se tornará ainda mais acirrada, lembrando as primeiras eleições diretas para o governo do estado, ocorridas em 1986, que resultaram na eleição de Jeronimo Garcia de Santana.

A política rondoniense tem passado por diversas mudanças de rumo ao longo dos anos, alternando entre ideologias de esquerda e direita. A transição de governantes, desde um ex-guerrilheiro a representantes de correntes autoritárias, retrata a volatilidade política da região. O atual governador, Marcos Rocha, é um exemplo da tendência de direita que parece prevalecer, e a expectativa acerca do próximo pleito em 2026 é de que Marcos Rogério, do PL, desponta como um provável candidato forte.

Entre as movimentações políticas em andamento, destaca-se a articulação do pré-candidato do PSDB, Hildon Chaves, que já está organizando alianças para as eleições à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. Ao mesmo tempo, a movimentação de Expedito Filho e Adailton Fúria mostra o esforço da família Expedito para fortalecer suas bases eleitorais e interagir com seus apoiadores durante as caravanas que ocorrerão pelo interior do estado.

Fonte das informações: Rondoniaovivo