Instabilidade global do GPS afeta frota E2 da Azul
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Carregando...
Entidades de Rondônia pedem ao Ministério Público a suspensão de lei que proíbe vacinação obrigatória contra a Covid-19 em crianças, alertando para riscos à saúde pública.
Porto Velho, 11 de setembro de 2025 – O Grupo de Pesquisa e Intervenção em Direitos Humanos Mapinguari (UNIR), a Associação de Pessoas com Deficiência de Porto Velho e o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Maria dos Anjos apresentaram uma representação ao Ministério Público de Rondônia contra a Lei Estadual nº 5.929/2024, que proíbe a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19 em crianças de 0 a 5 anos.
As entidades afirmam que a referida lei contraria a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo os representantes, essa legislação se alinha a uma perigosa tendência de negação científica e às ideias promovidas pelo movimento antivacina, o que fragiliza a proteção da infância e compromete a saúde pública.
Os impactos da falta de vacinação infantil podem expor as crianças a doenças graves, como a paralisia infantil, conforme destacam os representantes das organizações. Estudos citados em pareceres técnicos destacam a eficácia e a segurança das vacinas pediátricas contra a Covid-19, bem como o risco que a redução da cobertura vacinal representa para o surgimento de surtos de doenças anteriormente controladas no Brasil. As entidades ressaltam que a redução nas taxas de vacinação aumenta a vulnerabilidade das crianças mais desfavorecidas.
A situação é alarmante, uma vez que o Brasil, que já foi um exemplo em imunização, enfrenta uma queda significativa nas taxas de vacinação, influenciada por discursos contrários à ciência. Essa realidade não só ameaça a imunidade coletiva, mas também gera altos custos para o sistema de saúde. No estado de Rondônia, estima-se que aproximadamente 150 mil crianças possam ser diretamente afetadas pela nova legislação, resultando em possíveis hospitalizações que poderiam ser evitadas e em uma sobrecarga ao sistema de saúde.
Danielle Gonçalves, presidente do CEDECA Maria dos Anjos, considera a medida um retrocesso inaceitável, afirmando que 'negar a ciência é negar o direito das crianças à vida e à saúde'. Ela reitera que o Estado deve priorizar a proteção das crianças e não expô-las a riscos evitáveis.
De maneira semelhante, Rossilena Marcolino de Souza, presidente da Associação de Pessoas com Deficiência de Porto Velho, expressa a gravidade da situação, enfatizando que a medida favorece o negacionismo e torna as crianças mais pobres mais suscetíveis a doenças que já poderiam ter sido erradicadas.
Diante da seriedade do caso, as entidades estão solicitando ao Ministério Público a suspensão imediata da lei e o ingresso de uma ação civil pública para garantir o prosseguimento do Programa Nacional de Imunizações no estado.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
Companhia aérea reajusta malha e horários por instabilidade no sistema de navegação; passageiros enfrentam cancelamentos e recebem assistência prevista pela Anac
Corpo de Larissa Brito foi achado no carro do ex-namorado, preso em flagrante; família relata dois anos de perseguição e pede apoio do Itamaraty.
Taraneh Rahimi foi sentenciada à pena capital por acusação de homicídio ligada aos protestos de janeiro; há relatos de tortura; irmã cumpre 36 anos.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.