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  • 18 Apr, 2026

O cenário político em Rondônia está repleto de incertezas, com eleições se aproximando e disputas internas entre partidos, além de questões sobre tarifas de energia e pedágios.

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Várias profecias sobre o fim do mundo surgiram no final do século XX, muitas delas prevendo datas específicas. O pregador William Miller previu a vinda de Jesus Cristo entre março de 1843 e março de 1844, enquanto Harold Camping fixou o Dia do Julgamento para 21 de maio de 2011. O calendário Maia indicava o fim em 21 de dezembro de 2012.

Atualmente, muitos cientistas apontam 2035 como o ano crítico para a Amazônia, a partir do qual a recuperação das áreas degradadas pode se tornar impossível, caso continuem as tendências atuais de desmatamento e mudanças climáticas. Os defensores da floresta clamam por ações governamentais que favoreçam sua proteção e se emocionam com campanhas publicitárias que promovem um ideal ecológico como forma de engajamento.

Por outro lado, muitos céticos escolhem ignorar essas advertências, apostando que o progresso tecnológico eventualmente oferecerá soluções para os problemas climáticos, sem considerar que o ponto de não retorno já pode ter sido alcançado sem que haja reconhecimento disso.

No contexto local, Rondônia enfrenta dificuldades como tarifas de energia elétrica elevadas. Apesar de ser um grande gerador de energia, o estado é penalizado com custos superiores em comparação a outros da região, como Acre e Amapá. Isso se agrava pelo histórico de problemas ambientais causados pela construção das usinas de Santo Antônio e Jirau.

Adicionalmente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou que Rondônia terá uma das menores reduções nas tarifas de energia elétrica do país, evidenciando um descaso político em relação às necessidades da população local.

A justiça federal acatou um pedido de liminar que suspendeu temporariamente a cobrança de pedágio na BR 364, proporcionando alívio momentâneo à população. No entanto, a continuidade dessa medida ainda é incerta, necessitando da colaboração das autoridades locais para garantir que essa cobrança considerada excessiva não volte a ser implementada.

Na esfera política, a candidatura de Expedito Filho, do Partido dos Trabalhadores (PT), gerou discussões sobre a capacidade do partido em conquistar apoio no estado, dado seu histórico de rejeição. Por outro lado, uma aliança entre diferentes correntes, como bolsonaristas e lulistas, pode moldar o cenário político para as próximas eleições ao governo de Rondônia.

Por fim, o cenário eleitoral permanece indefinido, com conversas e tentativas de formação de chapas ainda em andamento. A janela partidária que se abrirá em março e abril permitirá a troca de partidos sem penalizações, o que poderá agravar a incerteza até as convenções partidárias programadas para julho. Roraima, Acre e Santa Catarina seguem como bastiões conservadores, e a política local deve se ajustar às dinâmicas nacionais nas eleições que se aproximam.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo