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  • 19 Apr, 2026

Cientistas de 30 países alertam que a preservação das florestas tropicais é essencial para a estabilidade climática, mas respostas ainda são insuficientes.

Cientistas de 30 países se reuniram recentemente em Manaus e emitiram um alerta sobre a situação crítica das florestas tropicais. Eles destacam que a preservação dessas áreas é essencial para a estabilidade climática global, pedindo cooperação internacional em prol da ciência, biodiversidade e das comunidades locais. Apesar de seus apelos, as respostas têm sido consideradas tímidas e insuficientes, indicando uma desconexão entre o ativismo científico e a eficácia das ações resultantes.

A classe política em Rondônia já se prepara para as eleições de 2026, com a realização de convenções estaduais para definir candidatos ao governo, ao Senado e às câmaras legislativas. A janela partidária, que permite a troca de partido por deputados estaduais e senadores sem a perda do mandato, será um fator importante nas mudanças do cenário político antes das convenções, que ocorrerão em julho.

As eleições de 2026 estão agendadas para o primeiro turno em 4 de outubro e, em estados onde haverá segundo turno, para 25 de outubro. A posse dos novos governadores deve acontecer entre 5 e 7 de janeiro do ano seguinte. Em Rondônia, as definições podem se estender até as últimas horas devido a negociações complexas entre os partidos.

As primeiras projeções para as eleições indicam candidatos fortes para a reeleição, como Tarcísio de Freitas em São Paulo e Eduardo Leite no Rio Grande do Sul. O PSD, liderado por Gilberto Kassab, é considerado um partido em destaque para 2026, com nomes de peso em sua campanha.

A tensão entre o governador Marcos Rocha e seu vice, Sergio Gonçalves, continua a ser um tema importante. A proximidade da desincompatibilização de Rocha para concorrer ao Senado faz com que o vice se articule para montar uma base aliada, enquanto Rocha tentará manter o apoio logístico da gestão estadual.

No Ceará, uma aliança incomum se forma entre o ex-ministro Ciro Gomes, que ingressou no PSDB, e o grupo de Jair Bolsonaro. Considerada uma aliança frankstênica, essa movimentação visa derrotar o PT nas próximas eleições, unindo forças políticas que antes eram vistas como opostas.

Em outras movimentações políticas, o ex-governador do Paraná, Álvaro Dias, deixou o Podemos e se juntou ao MDB, enquanto em Rondônia, as trocas partidárias não ocorreram conforme esperado, com algumas mudanças de liderança relevantes, como a de Silvia Cristina no PP.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo