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  • 18 Apr, 2026

O debate sobre a coexistência da pecuária e a preservação da Amazônia ganha novos contornos com a voz de Valmir Ortega, que defende o desenvolvimento sustentável na região.

A proteção total da Amazônia é um objetivo aparentemente distante, levando muitos a acreditar que a criação de gado não pode coexistir com a preservação dessa rica floresta. Entretanto, é crucial assumir que a busca pela preservação deve se adaptar à realidade do desenvolvimento. Os esforços atualmente se concentram no cumprimento da legislação e na promoção de um desenvolvimento sustentável que respeite a floresta.

Valmir Ortega, fundador da agtech Belterra, defende a sinergia entre agropecuária e conservação. A empresa trabalha com parcerias desde 2020, promovendo a restauração de áreas degradadas por meio de sistemas agroflorestais, em colaboração com grandes nomes como Natura e Cargill. Com uma carreira respeitável em órgãos ambientais, Ortega acredita que a pecuária é essencial para o futuro da Amazônia.

No cenário político, a deputada federal Cristiane Lopes, do União Brasil, se destacou como a única de Rondônia a votar contra a PEC da Blindagem, que favorece a impunidade. Sua postura contrasta com a de outros parlamentares, incluindo membros da bancada militar, que apoiaram a proposta, gerando questionamentos sobre suas motivações e possíveis temores em relação ao futuro de suas carreiras.

Em municípios do sul do Amazonas, críticas têm surgido em relação às ações da Polícia Federal contra o garimpo ilegal, que argumenta-se estar ligado ao tráfico de drogas. Durante sessões na Assembleia Legislativa do Amazonas, houve apelos pela legalização do garimpo, mesmo conhecendo os danos ambientais que isso acarreta, como a contaminação do rio Madeira pelo mercúrio.

A relação entre prefeitos e seus vices continua a gerar conflitos na política local. A vice-prefeita Magna dos Anjos enfrenta um impasse com o prefeito Leo Moraes, que deseja que ela concorra à Câmara dos Deputados, enquanto ela se posiciona em favor da candidatura à Assembleia Legislativa, evidenciando desavenças nos bastidores políticos de Porto Velho.

No espectro partidário, o Podemos, sob a liderança do prefeito Leo Moraes, está se preparando para as eleições, escolhendo Fernando Máximo para o governo estadual e o delegado Camargo para o Senado. Essa estratégia é marcada por um misto de ideologias, contrastando com a postura moderada do prefeito, que conta com aliados de várias inclinações políticas.

A disputa pelo governo de Rondônia continua a revelar divisões dentro do bolsonarismo, com múltiplas candidaturas que podem beneficiar adversários como Confúcio Moura e Hildon Chaves. A fragmentação do apoio à candidatura bolsonarista pode alterar o equilíbrio político nas próximas eleições, enquanto a formação de chapas acontece com prazos distintos entre os concorrentes.

Sergio Gonçalves, atual vice-governador, está em uma posição favorável na configuração das chapas para o governo e Senado, com Marcos Rocha e Silvia Cristina se articulando como candidatos ao Senado. Outros concorrentes, como Fernando Máximo e Hildon Chaves, estão inicialmente em desvantagem ao buscar consolidar suas elaborações políticas.

O ministro Flávio Dino segue suspensos fundos públicos a municípios que apresentam irregularidades com as emendas parlamentares, um fenômeno que sugere preocupações com práticas de corrupção entre prefeitos e deputados em todo o Brasil. Por outro lado, a chegada do inverno amazônico já se faz sentir, com tempestades iniciais que causaram danos em várias comunidades, especialmente em Porto Velho, onde o aumento de casas destelhadas já é notável.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo