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  • 17 Apr, 2026

O ano de 2026 traz desafios políticos para o Brasil, com eleições e tensões globais. Em Rondônia, movimentações políticas destacam candidaturas e questões de infraestrutura.

O Carnaval chegou ao fim e agora é hora de enfrentar a realidade, que em 2026 é marcada por preocupações com potenciais conflitos globais. A tensão entre potências como Estados Unidos, Rússia, China, Irã e Israel aumenta, e a esperança é de que líderes mundiais encontrem um consenso para evitar um cenário desastroso semelhante ao filme 'O Livro de Eli'.

No Brasil, o ano de 2026 também traz à tona a Copa do Mundo de Futebol e as eleições presidenciais, intensificando as disputas políticas. A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro alterou o panorama eleitoral, complicando a dinâmica dentro da direita e da extrema direita. O presidente Lula, apesar de suas realizações, terá que lidar com uma avalanche de desinformação e a polarização entre os eleitores, o que promete um embate acirrado.

Em Rondônia, a atenção agora está voltada para março, mês em que se encerra a janela para mudanças partidárias. O movimento 'Caminhada Esperança' começou com a ideia de unir partidos de esquerda, liderado por figuras como o senador Confúcio Moura e o ex-senador Acir Gurgacz. No entanto, essa iniciativa parece ter perdido força, com os membros se voltando para interesses pessoais, o que demonstra uma fragmentação significativa na base da esquerda no Estado.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, comanda o Podemos e se associa ao prefeito de Vilhena, Delegado Flori, para fortalecer a candidatura de Flori ao governo do estado. Flori, um político em ascensão, conta com a orientação de Moraes, que já demonstrou habilidade ao conseguir reviravoltas em campanhas passadas. Moraes busca consolidar o Podemos como partido de destaque na próxima eleição, alinhando-se ao deputado estadual, Delegado Camargo, que também é pré-candidato ao Senado.

Recentemente, estes líderes políticos se reuniram para discutir estratégias e fortalecer o quadro do Podemos para as eleições. Moraes e Flori destacaram a importância da saúde e segurança na administração estadual e chamaram a atenção para a escassez de recursos humanos na Polícia Militar do Estado, com apenas 700 policiais disponíveis para atender toda a população.

Enquanto isso, Porto Velho enfrenta urgentes questões de infraestrutura, especialmente no que diz respeito às calçadas. Deficientes físicos e idosos têm dificuldades de mobilidade em áreas como a calçada em frente à antiga sede da prefeitura, que está em condições precárias. A necessidade de um programa de recuperação das vias é evidente e recomenda-se que a prefeitura tome providências nesse sentido.

Por outro lado, aAegea Saneamento, a maior empresa de saneamento do Brasil, traz preocupações políticas com alegações de corrupção. A empresa atua em Rondônia desde 2015 e atualmente atende 350 mil pessoas. Recentes delações premiadas revelaram interesses de corrupção que envolveriam pagamentos de propinas a funcionários públicos em troca de concessões. As implicações dessa situação podem afetar significativamente a política local e estadual.

A dívida da Energisa com o Governo de Rondônia gerou polêmica nas redes sociais e entre políticos. Especialistas esclareceram que o estado abriu um parcelamento da dívida com condições favoráveis, permitindo que empresas com débitos tributários se regularizassem. Apesar da insatisfação pública, não houve perdão de dívida, mas sim a aplicação de um benefício fiscal que permite a renegociação das obrigações tributárias.

Fonte das informações: Rondoniaovivo/Ivan Frazão