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  • 18 Apr, 2026

A equipe de pesquisadores da Fiocruz-Amazônia e universidades brasileiras alerta sobre a urgência de reformar os sistemas de saúde diante das mudanças climáticas e conflitos globais.

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Em meio à realização do Fórum Econômico Mundial, os líderes globais se reúnem para discutir o futuro da humanidade, que se encontra sob a sombra de uma possível III Guerra Mundial. O conflito na Ucrânia, a crise na Venezuela, as ameaças à Groelândia e as tensões persistentes entre Israel e nações árabes são alguns dos fatores que provocam preocupação internacional.

A situação climática do planeta é igualmente alarmante. A combinação de condições climáticas extremas e tensões políticas tem impactos diretos na saúde global. Sendo assim, uma equipe de pesquisadores da Fiocruz-Amazônia, da Universidade Federal do Amazonas, da USP e da Universidade de Brasília divulgou uma advertência sobre a necessidade urgente de reformular os sistemas de saúde. A pesquisa aponta que as mudanças climáticas e a insegurança alimentar exigem a adoção de novas abordagens nas estruturas de saúde, levando em consideração tanto os avanços científicos quanto os saberes tradicionais e as especificidades comunitárias.

No cenário político de Rondônia, novas alianças estão se formando entre os candidatos ao governo do estado. A primeira dobradinha consiste na candidatura de Expedito Neto (PT) à governadoria, apoiado por Lula na corrida presidencial. A segunda aliança é entre o senador Marcos Rogério (PL) e Flávio Bolsonaro na presidência. O prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, também se uniu a Ronaldo Caiado, atual governador de Goiás, na terceira dobradinha. Outros candidatos ao Palácio Rio Madeira, como Hildon Chaves (PSDB) e Flori Cordeiro (Podemos), ainda não definiram suas alianças para as eleições de outubro.

A recente saída de Ronaldo Caiado do União Brasil para o PSD gerou um racha significativo na direita brasileira. De um lado, a família Bolsonaro apoia a candidatura do senador Flávio Bolsonaro; de outro, Caiado, com o suporte dos governadores Ratinho Junior e Eduardo Leite, se prepara para enfrentar desafios significativos na corrida presidencial.

Após a discordância com os bolsonaristas em Rondônia, o governador Marcos Rocha anunciou sua saída do União Brasil em direção ao PSD. Essa mudança pode sinalizar uma nova tentativa de candidatura ao Senado, juntamente com suas outras intenções políticas familiares. A desincompatibilização do cargo está prevista para ocorrer em abril, marcando uma nova fase na política rondoniense.

A movimentação política decorrente da saída de Rocha do União Brasil pode também impulsionar o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), a se candidatar ao governo estadual. Considerando que sua esposa está no União Brasil, essa configuração pode resultar numa competição acirrada para o cargo de governador, especialmente se Rocha encontrar um novo partido.

A previsão de uma significativa renovação na política de Rondônia para as eleições de outubro reflete a insatisfação com a atual gestão, caracterizada por omissões em setores cruciais como saúde e segurança pública, além da dificuldade em lidar com questões relacionadas às tarifas aéreas e à concessão da BR 364.

Rumores indicam que o MDB consideraria lançar Orestes Muniz, ex-deputado federal e ex-vice-governador, como pré-candidato ao governo. Muniz, que tem uma sólida base em Porto Velho e Ji-Paraná, vem consolidando seu apoio ao longo de mais de duas décadas no estado. Além disso, os ex-prefeitos Jesualdo Pires e Esaú Fonseca estão polarizando a disputa pela Câmara Federal, contando com eleitorado forte na região central de Rondônia.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo