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  • 19 Apr, 2026

Na COP30, a proposta de banir a exploração de combustíveis fósseis foi rejeitada. Pesquisadores desenvolvem sachês biodegradáveis para substituir plásticos.

O Brasil vive uma polarização política intensa, que abrange principalmente as vertentes lulista e bolsonarista. Entretanto, o real poder no país reside no Centrão. Em uma escala global, a divisão se intensifica entre aqueles que defendem o desenvolvimento sustentável e os que negam a gravidade das questões ambientais, especialmente no que diz respeito à exploração de petróleo e suas consequências nocivas.

Durante a COP30, a proposta de encerramento da exploração de combustíveis fósseis foi rejeitada, evidenciando a dificuldade de alcançar consenso entre nações com reservas de petróleo. Para os defensores da preservação ambiental, a busca por alternativas sustentáveis é fundamental. Um exemplo disso são os sachês de amido desenvolvidos pelo Laboratório Nacional de Nanotecnologia para o Agronegócio em parceria com a Universidade Federal de São Carlos. Esses sachês biodegradáveis têm o potencial de substituir polímeros derivados de petróleo, oferecendo vantagens em termos de impacto ambiental.

Em relação à cena política em Rondônia, circulou a informação de que o vereador Carlucho Bolsonaro (PL) concorreria ao Senado, mas essa notícia foi desmentida pelo pecuarista Bruno Scheidt. Este, com o apoio da ex-primeira dama Michele Bolsonaro, busca uma candidatura ao Senado em Rondônia e deseja afastar Carlucho do território catarinense. Caso sua candidatura não se concretize em Santa Catarina, Rondônia, Acre e Roraima aparecem como possíveis destinos políticos para o vereador.

Com as eleições de 2026 se aproximando, tensões internas se intensificam entre os governistas em Rondônia, gerando um cenário político cada vez mais instável. O governador Marcos Rocha (UB) está se desincompatibilizando para concorrer ao Senado, o que provoca disputas internas por cargos e influência na administração estadual. As recentes alianças e as divisões de poder entre facções políticas estão fragilizando a estabilidade do governo.

No município de Porto Velho, a relação entre o prefeito e os vereadores está tensa, principalmente devido à falta de pagamentos e à escassez de recursos. Esse cenário reflete a realidade de muitos prefeitos que tentam manter seus orçamentos equilibrados enquanto enfrentam a pressão de vereadores que exigem maiores recursos e cargos na administração.

O coronel Braguim, comandante da PM, volta a ser cogitado como candidato ao governo estadual. Mesmo sem o apoio do atual governador, Braguim está disposto a enfrentar as eleições, recebendo convites de diversos partidos. Ele reconhece a possibilidade de crescimento político entre os candidatos de direita, similar ao que aconteceu com o atual governador em suas jornadas eleitorais.

No âmbito da segurança pública, discute-se no Senado um projeto de terceirização para os presídios brasileiros, que têm se tornado locais ineficientes e problemáticos, com altos índices de corrupção e violência. O projeto já conta com parecer favorável e será levado à Comissão de Constituição e Justiça, embora haja dúvidas sobre sua eficácia em mudar a realidade do sistema prisional.

A escassez de mão de obra em Porto Velho se agrava, afetando setores como supermercados, panificadoras e a construção civil, além da crescente demanda por motoristas. Ao mesmo tempo, os índices de feminicídio continuam alarmantes, com Rondônia figurando entre os estados com a maior taxa de violência contra mulheres, evidenciando falhas na aplicação de leis de proteção, como a Lei Maria da Penha.

Fonte das informações: Rondoniaovivo