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  • 18 Apr, 2026

A inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados provoca uma reestruturação na direita brasileira, que busca novos candidatos para as eleições.

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O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados resultou em penas que, embora não sejam cumpridas integralmente, implicaram em oito anos de inelegibilidade. O desfecho deste caso levanta preocupações maiores, como a relação entre o Brasil e os Estados Unidos, onde Donald Trump tenta desestabilizar a participação brasileira nos Brics.

A estratégia de Trump força o Brasil a escolher entre se submeter às suas ordens ou enfrentar as consequências, que podem impactar a integridade territorial e a economia do país. Para evitar essa situação, o Brasil precisa alinhar-se com os demais países que compõem o bloco Brics, fortalecendo sua posição.

Há riscos elevados em desobedecer às ordens americanas, já que nações que o fizeram passaram por sérias consequências. Portanto, é vital que o Brasil busque novos mercados, como a exportação de miúdos bovinos para a Ásia, e mantenha a proteção da Amazônia, considerada um ponto vulnerável. A segurança da floresta deve ser uma responsabilidade compartilhada entre os nove países que a integram, com apoio da ONU, sendo preferível que a diplomacia lidere essa questão ao invés de discursos de políticos.

No cenário político, após a inelegibilidade de Jair Bolsonaro e do ex-governador Ivo Cassol, a direita em busca de candidatos para as próximas eleições presidenciais e para o governo de Rondônia. No âmbito nacional, o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é considerado um possível candidato à presidência. Já em Rondônia, três nomes se destacam: Marcos Rogério, Fernando Máximo e Sergio Gonçalves, com Marcos Rogério sendo a opção mais mencionada.

Nos bastidores políticos de Rondônia, há discussões sobre a candidatura de Ivo Cassol. Se Cassol decidir se candidatar, tanto Marcos Rogério quanto o prefeito Adailton Fúria afirmam que não participarão das eleições. Caso contrário, Cassol apoiaria Fúria, um político que surge como uma continuidade da influência do ex-senador Expedito Junior.

Adailton Fúria, candidato ao Palácio Rio Madeira, busca também eleger sua esposa, Joliane, para a Câmara dos Deputados, com uma boa expectativa dado seu desempenho na eleição anterior. Em sua legenda, diante de Expedito Junior, que busca recuperar prestígio político, Fúria se inspira na trajetória de Valdir Raupp, que elegeu sua esposa ao mesmo cargo quando foi governador.

O nepotismo é uma característica marcante na política rondonienses, como exemplificado por Fúria e outros políticos que tentam garantir lugares para seus familiares nos cargos públicos. O governador Marcos Rocha, por exemplo, pretende eleger sua esposa e seu irmão, enquanto o prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, busca a eleição de seu irmão para a Assembleia.

Em relação ao cenário eleitoral, o pecuarista Bruno Scheidt, que inicialmente contava com apoio de Jair Bolsonaro, não obteve o esperado nas primeiras pesquisas e perdeu relevância no pleito. Outros candidatos como Acir Gurgacz e Marcos Rogério continuam se destacando no cenário.

No que diz respeito à política local, o ex-prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, está se preparando para uma candidatura à Câmara dos Deputados. Além disso, lideranças do interior, que já ocuparam cargos públicos, também se mobilizam para a eleição de 2026. Municípios como Vilhena e Nova Mamoré apresentam crescimento demográfico significativo, com Vilhena superando Ariquemes e Nova Mamoré se preparando para ultrapassar Guajará Mirim.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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