Sicredi divulga 261 ganhadores do primeiro Capital Premiado 2026
261 associados de 261 municípios receberam cartão de R$1.000 no primeiro sorteio; campanha vai distribuir mais de R$3,6 milhões com prêmios mensais e final.
Carregando...
A Marcha das Mulheres Negras de Rondônia, agendada para 12 de setembro, visa reivindicar direitos e visibilidade para a negritude, abordando temas como racismo e feminicídio.
Os movimentos sociais de negritude em Rondônia estão intensificando suas reivindicações por reconhecimento e visibilidade, com a Marcha das Mulheres Negras de Rondônia. Este evento, programado para o dia 12 de setembro, no Centro Político-Administrativo do Estado de Rondônia (CPA), visa unir diversas comunidades em uma luta conjunta por atenção e dignidade, convocando mulheres para se levantarem contra atos de racismo e feminicídio.
A marcha irá abordar uma variedade de temas, incluindo transfobia, homofobia e racismo religioso, e buscará defender os direitos das mulheres e promover a valorização da negritude. O movimento se apresenta como uma plataforma de união e força para dar voz àqueles que têm sido marginalizados e silenciados por políticas públicas que, embora aprovadas, muitas vezes não chegam à população necessitada.
Um exemplo disso é a criação de Conselhos Estaduais e Municipais da Política de Promoção da Igualdade Racial, aprovada na 2ª Conferência Regional da Promoção da Igualdade Racial em setembro de 2017, e a Lei nº 5.147, de 11 de novembro de 2021, que institui o Programa “Educação Antirracista” nas escolas estaduais. Além disso, o Programa Estadual “Mulher Protegida” (Lei 5.165/2021) foi tornado permanente, beneficiando centenas de mulheres, mas ainda precisa de ampliação nos serviços e de atuação contínua.
Sem o apoio governamental, as organizadoras têm se mobilizado por meio de intervenções públicas, aparições midiáticas e parcerias. O atual cenário em Rondônia não favorece a busca por direitos sociais, o que representa um desafio maior para as mulheres à frente da marcha. Apesar das dificuldades, as representantes permanecem determinadas. A Educadora Popular e Militante, Cacau Lisboa, afirmou: “Precisamos levar para dentro das nossas escolas a educação e o saber para que o lápis cor de pele deixe de ter a cor do europeu.”
A Pós-Doutora em Educação e Escritora, Eva Silva, utiliza a literatura como uma ferramenta de luta, ressaltando a importância de reescrever histórias que libertem o povo negro da representação de vilão ou escravizado. A Educadora Antirracista Luciene Lisboa também destacou a repressão que a voz negra ainda enfrenta na sociedade, o que expõe essa população à maior vulnerabilidade e criminalidade.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
261 associados de 261 municípios receberam cartão de R$1.000 no primeiro sorteio; campanha vai distribuir mais de R$3,6 milhões com prêmios mensais e final.
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
Show em Guajará-Mirim custou R$450 mil de emenda parlamentar; população questiona prioridade e pede transparência sobre uso dos recursos e plano de trabalho.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.