Darci Cerutti representa Sebrae Rondônia em encontro nacional
Darci Cerutti, presidente do Sebrae Rondônia, participou em São Paulo de encontros sobre governança e inovação para fortalecer o empreendedorismo local.
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Marcas que integram NFTs e pagamentos em criptomoedas geram engajamento e fidelidade: campanhas bem-sucedidas criam valor, experiências exclusivas e comunidades.
Aceitar criptomoedas já não basta para uma marca ser considerada cripto friendly. Hoje é preciso envolver-se de forma ativa, lançar campanhas visíveis e criar conexões reais com a comunidade para aproveitar o potencial dessas tecnologias.
O que tem mudado no marketing com criptomoedas é a priorização de valor, exclusividade e engajamento. Em vez de tratar NFTs e pagamentos em cripto apenas como novidade, empresas têm usado esses recursos para oferecer experiências únicas, reforçar programas de fidelidade e construir comunidades. A tecnologia blockchain adiciona rastreabilidade e prova de propriedade, permitindo ações que o marketing tradicional não consegue replicar.
NFTs com propósito: Coca‑Cola e o Friendship Box
Em 2021, a Coca‑Cola lançou a coleção Friendship Box, que transformou itens icônicos da marca em ativos digitais. Cada NFT dava acesso a experiências no metaverso e a itens físicos em eventos, e parte da receita foi destinada a causas sociais. O caso mostra que NFTs funcionam melhor quando ligados à história da marca e quando entregam benefícios reais, não apenas tecnologia pela tecnologia.
Adidas e Bored Ape: comunidade antes da venda
A iniciativa Into the Metaverse, em parceria com o coletivo Bored Ape Yacht Club, vendeu 30.000 NFTs rapidamente e ofereceu aos compradores mercadorias exclusivas, eventos reais e vantagens futuras. O diferencial foi a construção de uma comunidade engajada antes de lançar produtos físicos, comprovando que o valor real vem do engajamento e da fidelidade, não apenas da receita imediata.
Starbucks Odyssey: fidelidade gamificada
O programa Starbucks Odyssey integra NFTs ao sistema de fidelidade, onde clientes colecionam selos ao completar atividades interativas e ganham recompensas. A iniciativa transforma a jornada do cliente em uma experiência gamificada e educativa, mostrando que o engajamento pode ser ampliado por conteúdo e benefícios, não apenas por compras.
Exemplos em alimentos e bebidas
Várias marcas do setor usaram NFTs de forma criativa: Taco Bell lançou colecionáveis digitais relacionados a seus produtos, Burger King incluiu QR codes em embalagens que davam acesso a NFTs com prêmios reais como um ano de sanduíches grátis, e redes como Applebee’s e Pizza Hut também testaram recompensas digitais diretas. Essas ações ilustram que a estratégia eficaz é contar uma história envolvente e entregar valor concreto ao consumidor.
Pagamentos em criptomoedas como ferramenta de marketing
Algumas redes, como a cadeia de lojas de conveniência Sheetz, passaram a aceitar criptomoedas e integraram essa opção a programas de recompensas. Essa abordagem atrai consumidores familiarizados com ativos digitais e reforça a imagem de inovação, sem obrigar a mudança dos clientes que preferem métodos tradicionais.
O que funciona e o que não funciona
Campanhas bem‑sucedidas conectam experiências digitais a benefícios tangíveis, constroem comunidade antes de monetizar e usam a tecnologia para resolver problemas reais dos clientes. Em contrapartida, iniciativas que lançam NFTs ou aceitam cripto apenas por moda, sem comunicação clara nem valor entregue, tendem a gerar ruído e frustração. Educar o público e oferecer suporte durante a execução é essencial.
Como começar sem arriscar a reputação
Em resumo, marcas que conseguem integrar cripto e blockchain à sua narrativa, entregando valor real e experiências contínuas, têm maior chance de transformar inovação em vínculo duradouro com o consumidor.
Fonte da imagem: Foto: Reprodução
Fonte das informações: Assessoria
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