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Especialistas criticam o método silábico de alfabetização no Brasil, apontando sua ineficácia em comparação ao método fônico, mais eficiente e apoiado por evidências científicas.
O método silábico de alfabetização, amplamente utilizado no Brasil, tem recebido críticas de especialistas que questionam sua eficácia em comparação com abordagens respaldadas por evidências científicas. Esse método, que se baseia na memorização de sílabas, é considerado ultrapassado e ineficaz, ignorando as etapas naturais do desenvolvimento da linguagem e contribuindo para altos índices de analfabetismo funcional no país.
Em contraste, o método fônico, que ensina a correspondência entre letras e sons, tem se mostrado mais eficaz e é adotado em países como França, Dinamarca, Itália, Suécia, Finlândia e Canadá. Especialistas argumentam que o método silábico sobrecarrega a memória das crianças ao exigir a memorização de diversas combinações silábicas, enquanto o método fônico permite que as crianças aprendam a decodificar palavras usando um número reduzido de fonemas, facilitando o processo de leitura e escrita.
Ainda que o método silábico continue a ser utilizado em algumas regiões do Brasil, há um movimento crescente em direção à adoção de métodos mais eficazes, como o fônico, que são apoiados por pesquisas científicas e que apresentam melhores resultados na alfabetização infantil.
Estudos indicam que ensinar a alfabetizar de forma adequada pode aumentar significativamente a capacidade cognitiva das crianças. A leitura é um fator importante para o desenvolvimento do raciocínio lógico, criatividade e capacidade de aprendizagem. Um programa de alfabetização que utilize a abordagem fonética permite que crianças aprendam de forma lúdica, levando menos de dois meses para se tornarem proficientes, mesmo a partir dos três anos de idade.
Um exemplo disso é a experiência de uma mãe, que relata que sua filha, aos seis anos, já havia escrito seu próprio livro e se destacado em competições escolares, recebendo medalhas e impressionando seus professores.
Fonte da imagem: Freepik
Fonte das informações: Kássia Poggiali
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