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  • 02 Jun, 2026

Nova ponte sobre o Rio Autaz Mirim na BR-319 (km 24,6) restaura a ligação terrestre Manaus–Porto Velho, melhora tráfego, abastecimento e escoamento regional.

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Desde sábado (25), a população do Amazonas conta com uma nova ponte sobre o Rio Autaz Mirim, no km 24,6 da BR-319, em Careiro da Várzea. A estrutura, construída pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), restabelece de forma definitiva a ligação terrestre entre Manaus (AM) e Porto Velho (RO).

A travessia tem 245 metros de extensão e 11 metros de largura, com investimento total de aproximadamente R$ 74,75 milhões. A infraestrutura beneficia diretamente municípios da região, como Autazes, Careiro, Iranduba e Manaquiri, ao melhorar a mobilidade, o abastecimento e o escoamento da produção regional.

Segundo o diretor-geral do DNIT, a nova ponte é fundamental para o desenvolvimento local por reforçar a mobilidade regional e facilitar o escoamento de bens e insumos. O superintendente regional do órgão avaliou que a obra também fortalece a integração territorial e econômica entre os municípios cortados pela BR-319.

As equipes técnicas enfrentaram desafios de engenharia ao longo da construção, sobretudo em razão das características do solo e das variações do nível do rio durante o período de cheias, que complicaram a logística e exigiram adaptações no cronograma e nos métodos construtivos.

Além do investimento na nova travessia, o Governo Federal aplicou cerca de R$ 2,6 milhões na demolição da estrutura anterior, que havia colapsado, e outros R$ 15,6 milhões em serviços de estabilização das margens fluviais para viabilizar a ponte atual.

Com a conclusão da obra, a travessia por balsas foi encerrada, o que permitirá maior fluidez no tráfego, redução no tempo de viagem e mais segurança para motoristas e passageiros que utilizam a BR-319.

A BR-319 é considerada um dos principais corredores logísticos da Região Norte, conectando o Amazonas ao restante do país e reduzindo a dependência do transporte aéreo e fluvial para milhares de moradores, além de contribuir para a integração econômica da Amazônia.

Fonte das informações: Governo Federal / DNIT