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Professores de Rondônia terão aumento na renda com a isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil, beneficiando 48,2% da categoria.
Rondônia se destaca entre as unidades da Federação ao permitir que professores da educação básica sejam beneficiados pela isenção do Imposto de Renda, aplicável a rendimentos de até R$ 5 mil mensais. A nova lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, começará a ser implementada em 2026 e amplia a faixa de isenção, que agora também inclui descontos para rendas mensais de até R$ 7.350.
De acordo com uma Nota Técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), antes da reforma, aproximadamente 20,4% dos professores em Rondônia estavam isentos do imposto. Com a nova legislação, espera-se que essa cifra aumente para 48,2% dos docentes do estado. Além disso, 26,8% dos professores do Espírito Santo também se beneficiarão com a redução das alíquotas, que se aplica à faixa de até R$ 7.350 mensais.
O impacto da reforma é significativo em nível nacional, onde cerca de 620 mil professores da educação básica deixarão de pagar o Imposto de Renda. Isso resulta em uma nova realidade para mais da metade da categoria, que passará a ser isenta. Antes da mudança, apenas 19,7% dos docentes estavam isentos, número que subirá para 51,6% após a reforma. Ademais, 21,9% dos professores estarão na nova faixa de redução do imposto, totalizando mais de um milhão de profissionais que terão um incremento em sua renda disponível.
Levando em consideração a isenção total e os novos descontos, 73,5% dos professores da educação básica serão contemplados. Essa melhoria é especialmente benéfica para aqueles com salários próximos ao piso nacional do magistério, estipulado em R$ 4.867,77 em 2025. Paulo Nascimento, coordenador de educação da Disoc/Ipea, enfatiza que, com a nova isenção, os docentes que antes pagavam a alíquota máxima de 27,5% não terão mais essa obrigação, resultando em um ganho médio anual estimado em R$ 5.079,84, equivalente a quase um salário a mais por ano.
O cenário é também favorável para professores que acumulam mais de um vínculo empregatício. Entre aqueles que possuem apenas um vínculo na educação, 60,7% se tornarão isentos e 21,1% terão redução no imposto. Isso implica ganhos para 81,8% desse grupo. Para os docentes com múltiplos vínculos, 32,3% estarão isentos e 26,1% terão redução. Entre os que exercem funções fora da docência, 40,2% ficarão isentos e 20,9% verão uma diminuição na carga tributária.
As novas regras apresentam diferenças acentuadas entre professores da rede pública e privada. Embora a maior parte dos vínculos esteja no setor público, a reforma se mostra mais impactante para a rede privada, onde 82,2% dos professores se tornarão isentos. Em contraste, a rede pública terá apenas 42,5% de isenção. Adriano Senkevics, pesquisador na Disoc/Ipea, observa que a diferença salarial entre as duas redes contribui para essa disparidade.
Os estados com maior percentual de docentes beneficiados pela isenção incluem Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Tocantins e Roraima, onde mais de 60% dos professores estarão isentos. Já estados como Amapá, Distrito Federal, Pará e Goiás apresentam altas taxas de docentes sujeitos à alíquota máxima, refletindo salários mais elevados no magistério.
A pesquisa realizada pelo Ipea utilizou dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), que fornece informações sobre vínculos empregatícios dos docentes. É importante ressaltar que a Rais não é um cadastro específico de educadores, o que limita algumas análises. Contudo, os pesquisadores acreditam que a combinação de dados da Rais com o Censo Escolar poderia aprimorar futuras investigações sobre a distribuição da carga tributária na educação.
Fonte da imagem: Sumaia Vilela/Agência Brasil
Fonte das informações: Ipea
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