Sicredi divulga 261 ganhadores do primeiro Capital Premiado 2026
261 associados de 261 municípios receberam cartão de R$1.000 no primeiro sorteio; campanha vai distribuir mais de R$3,6 milhões com prêmios mensais e final.
Carregando...
O Ministério Público de Contas apresentou representação contra a SEDUC pela omissão na realização de concursos públicos, comprometendo a educação estadual e indígena. O edital para vagas efetivas foi adiado para 2025, após anos de contratações temporárias.
O Ministério Público de Contas de Rondônia (MPC-RO) apresentou uma representação solicitando tutela de urgência contra a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), liderada pela titular Ana Lúcia Pacini. O motivo é a “prolongada omissão” na realização de concursos públicos para preencher cargos efetivos na rede estadual de ensino. Desde 2016, quando ocorreu o último concurso, a SEDUC tem utilizado contratos temporários através de processos seletivos simplificados para suprir a falta de servidores.
A procuradora Yvonete Fontinelle de Melo, responsável pela ação, destaca que a SEDUC tornou habitual a contratação emergencial de professores, técnicos e analistas educacionais, tratando a exceção prevista no artigo 37 da Constituição Federal como uma norma. Nos mais de cinco anos que se passaram, foram realizados pelo menos cinco processos seletivos temporários para atender à carência estrutural de pessoal na educação estadual, sem qualquer progresso significativo rumo a um concurso público efetivo.
Apesar de diversas recomendações e determinções do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) para resolver a situação, os gestores públicos têm continuamente prorrogado prazos e alterado cronogramas sem oferecer soluções reais. O primeiro processo administrativo para a realização do concurso foi iniciado em 2020, mas as atividades relacionadas permaneceram ineficazes até 2024. Recentemente, a previsão para a publicação do edital foi novamente adiada para novembro de 2025, comprometendo a viabilidade de conclusão do certame neste ano.
Além disso, a denúncia também aponta que a falta de ação impacta diretamente a educação indígena. Embora a legislação determine concurso para professores indígenas com formação específica, os últimos editais disponíveis para essas vagas foram temporários e datam de 2021 e 2023. “A omissão da SEDUC compromete o direito à educação de qualidade e o cumprimento do Plano Nacional de Educação”, declarou a procuradora.
A representação do MPC ressalta que a conduta da SEDUC infringem os princípios constitucionais da legalidade e da eficiência, solicitando ao TCE uma tutela inibitória para forçar o Estado a implementar, de forma rápida, um concurso público para preencher os cargos vagos na rede estadual de ensino.
O processo agora aguarda análise do Tribunal de Contas, que pode estabelecer prazos e até multas aos gestores, caso identifique a continuidade das irregularidades relatadas.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Assessoria
261 associados de 261 municípios receberam cartão de R$1.000 no primeiro sorteio; campanha vai distribuir mais de R$3,6 milhões com prêmios mensais e final.
MPRO lamenta morte do procurador aposentado José Carlos Vitachi; pioneiro na informatização e gestão institucional, deixa legado em modernização administrativa.
Show em Guajará-Mirim custou R$450 mil de emenda parlamentar; população questiona prioridade e pede transparência sobre uso dos recursos e plano de trabalho.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.