Mãe de 16 crianças se declara inocente de maus tratos e abuso
Em Ohio, 16 crianças resgatadas de casa insalubre e confinadas a um cômodo; mãe e parentes presos, acusados de colocar crianças em risco e abuso sexual.
Carregando...
Como a padronização industrial nos EUA — da rosca de 60° — permitiu dominar cadeias produtivas, facilitar o esforço de guerra e definir padrões globais.
No início da década de 1920, padrões de fabricação e sinalização nos Estados Unidos eram fragmentados: cada Estado e muitas indústrias seguiam normas próprias, o que gerava confusão até em sinais de trânsito.
Como secretário de Comércio, Herbert Hoover assumiu a tarefa de padronizar uma ampla gama de produtos e peças para aumentar a eficiência da indústria e facilitar reposições e manutenção. Entre itens como paralelepípedos, lençóis hospitalares, molas e pneus, Hoover também abordou algo aparentemente pequeno, mas essencial: a rosca dos parafusos.
O problema técnico era o ângulo da rosca. Parafusos com filetes em 60 graus não se encaixam de forma confiável em componentes desenhados para 55 graus, por exemplo. Embora a diferença fosse quase imperceptível à vista, ela gerava incompatibilidades práticas que prejudicavam a produção e a manutenção.
Em 1924 os Estados Unidos estabeleceram um padrão nacional para parafusos com rosca de 60 graus, decisão que unificou a indústria norte-americana. No entanto, o padrão americano dividia-se do usado por outros países, o que se tornaria um problema global nas décadas seguintes, à medida que a produção industrial e o comércio internacional se aceleraram.
Durante a Segunda Guerra Mundial a falta de compatibilidade de peças entre aliados chegou a comprometer o esforço de guerra. O presidente Franklin D. Roosevelt usou a metáfora da mangueira e da torneira para ilustrar a necessidade de conexões intercambiáveis; na prática, parafusos, porcas e pinos muitas vezes não serviam nas máquinas e veículos produzidos em outros países.
Ao longo do conflito, os Estados Unidos gastaram cerca de US$ 600 milhões enviando parafusos e componentes extras para resolver incompatibilidades — valor suficiente, segundo a comparação realizada por historiadores, para construir cerca de mil bombardeiros B-29.
Negociações entre Washington e Londres, realizadas entre 1943 e 1945, terminaram com o Reino Unido concordando em adaptar temporária ou permanentemente suas fábricas ao padrão americano. A adesão britânica ajudou a acelerar a difusão global do padrão de 60 graus, já que outros países seguiram a vantagem prática de alinhar-se à maior base de produção disponível.
O processo de harmonização continuou após a guerra: em 1947 delegados de 25 países criaram a Organização Internacional de Padronização (ISO) para coordenar normas técnicas globais. Exemplos posteriores — como a adoção internacional do formato octogonal da placa de “pare” e sua padronização na cor vermelha — mostram como padrões surgidos nos EUA passaram a ser adotados amplamente.
Ao mesmo tempo, os Estados Unidos mantiveram exceções quando isso lhes foi conveniente, como a recusa em adotar de forma plena o sistema métrico, o que mantém diferenças visíveis até hoje em práticas como as dimensões de campos esportivos.
Especialistas destacam que esse poder de difusão de normas técnicas e padrões industriais funcionou como uma forma de influência global: sem recorrer exclusivamente a ocupação territorial, os EUA expandiram sua liderança por meio de redes de manufatura, cadeias de suprimentos e a hegemonia de seus padrões.
Em resumo, a história da padronização da rosca do parafuso ilustra como decisões técnicas aparentemente pequenas — adotadas em momentos-chave — podem desempenhar papel decisivo no desenho de relações econômicas e políticas entre países.
Fonte das informações: G1
Em Ohio, 16 crianças resgatadas de casa insalubre e confinadas a um cômodo; mãe e parentes presos, acusados de colocar crianças em risco e abuso sexual.
No estado de Ondo, no sul da Nigéria, bebida caseira suspeita de conter metanol afetou cerca de 182 pessoas; 15 pessoas presas e dezenas tratadas.
Queda de dois postes no terreno do Hospital Ana Adelaide, em Porto Velho, sem feridos; populares citam falta de manutenção e não há prazo para remoção.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.