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A ausência do pastor Josinélio Muniz em suas funções públicas para participar de um ato político em Brasília gerou polêmica nas redes sociais e levantou questões sobre sua exoneração.
A participação do pastor Josinélio Muniz, servidor comissionado da Prefeitura de Porto Velho, em um evento político apoiado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL) gerou intensos debates nas redes sociais. Muniz se ausentou de suas funções de assessor especial do prefeito Léo Moraes (PODE) sem justificar sua ausência.
O pastor, que ocupa um cargo administrativo com salário de aproximadamente R$ 11 mil mensais, abandonou suas funções para participar de uma caminhada política em Brasília. Ele utilizou seu veículo pessoal e não informou seus superiores sobre a saída. Durante o evento, Muniz publicou vídeos em suas redes sociais, onde aparece promovendo apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de estado.
Além de não justificar a falta ao trabalho, o pastor também solicitou e recebeu apoio financeiro de simpatizantes, utilizando uma chave Pix para arrecadação. Essa situação levanta a questão sobre a possibilidade de exoneração de Muniz das suas funções públicas.
Os cidadãos estão sendo convidados a opinar sobre o caso através de uma enquete promovida nas redes sociais, questionando se o servidor que abandonou suas funções para participar da caminhada deveria ser exonerado. O jornal busca promover um debate saudável, incentivando a troca de ideias nos comentários, embora proíba expressões de desrespeito.
Fonte da imagem: Reprodução de rede social
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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