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  • 18 Apr, 2026

A disputa pela coleta de lixo em Porto Velho intensifica-se entre a Marquise Ambiental e a Amazon Fort, com liminares judiciais e interesses políticos em jogo.

Os ambientalistas acreditaram que a preservação da floresta amazônica sensibilizaria a sociedade, governos e o mercado, levando a uma vitória em suas propostas. Contudo, em um contexto social dividido, até as melhores intenções encontram resistência. O lema da Revolução Francesa, que enfatizava liberdade, igualdade e fraternidade, culminou em avanços parciais, gerando desigualdade e conflitos contínuos, como os que ocorrem no Oriente Médio e na Ucrânia.

A busca por soluções para os desafios enfrentados pela Amazônia deve envolver a união entre ciência e sociedade. O evento Amazontech, promovido desde 2001, reúne empreendedores, pesquisadores e autoridades na busca por transformar social e economicamente a região da Amazônia Legal.

Diante da destruição florestal, as medidas necessárias incluem assegurar o cumprimento das leis ambientais e fortalecer as causas de preservação, utilizando a ciência e tecnologia para valorizar as florestas.

Em Porto Velho, a disputa entre as empresas Marquise Ambiental e Amazon Fort está em andamento devido ao contrato emergencial para a coleta de lixo na cidade. Enquanto a Amazon Fort tem o apoio da prefeitura, vereadores defendem a Marquise, que já presta serviços à capital há mais de 30 anos e enfrenta penalidades financeiras por um contrato rompido.

O deputado estadual João Luiz (Republicanos) apresentou um relatório de 21 páginas para revitalizar a rodovia Álvaro Maia (BR-319), que liga Porto Velho a Manaus. O estudo técnico inclui sugestões de revitalização sustentável, após ouvir opiniões de ribeirinhos e engenheiros.

A chamada PEC da Blindagem, que busca imunidade para dirigentes partidários, está gerando controvérsias. Dirigentes de diversos partidos estão pressionando suas bancadas para aprovar a proposta, que, além de beneficiar parlamentares com passados complicados, pode ocultar problemas de corrupção e má conduta.

Com as eleições para o Senado se aproximando, nomes como Marcos Rogério e Confúcio Moura são considerados pelos seus aliados como possíveis candidatos à reeleição. Outros nomes, como a ex-deputada federal e o delegado Camargo, também estão sendo cogitados, enquanto o atual governador e um ex-senador já sinalizam suas intenções de disputa.

Hildon Chaves, ex-prefeito de Porto Velho e atual presidente da Associação Rondoniense de Municípios, busca a sucessão do governador Marcos Rocha. Ele tem reunido apoio entre prefeitos para sua candidatura, enquanto planeja formar alianças para as próximas eleições.

Ji-Paraná, conhecida pela escolha de deputados federais qualificados, pode ter três fortes candidatos para as próximas eleições: o ex-prefeito Jesualdo Pires, o atual deputado estadual Laerte Gomes e o ex-prefeito Esaú Fonseca. A cidade espera eleger pelo menos dois representantes, embora a fragmentação do eleitorado, com pelo menos 15 candidatos, apresente desafios.

Os dirigentes do PC do B convocam os diretórios do Acre, Rondônia e Amazonas para preparar a eleição de representantes ao Congresso Nacional. Em Rondônia, o professor Francisco Pantera lidera o partido. Além disso, a prefeitura de Porto Velho deverá perder vários secretários nas próximas eleições, incluindo Paulo Moraes Junior, que disputará uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Fonte das informações: Rondoniaovivo