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  • 19 Apr, 2026

Os investimentos do Fundo Nacional de Segurança Pública na Amazônia Legal alcançam R$ 3 bilhões desde 2019, visando ações que combatem o crime organizado.

A insegurança pública tem sido um tema recorrente na retórica política, onde muitos candidatos utilizam a indignação popular como estratégia para conquistar votos. Apesar das promessas de soluções definitivas contra a criminalidade, a repetição das mesmas reivindicações sem resultados tangíveis sugere um descumprimento das promessas feitas. Se realmente houvesse um compromisso legítimo com a segurança, os políticos deveriam pedir desculpas em vez de se candidatar novamente.

O assunto da insegurança também foi um dos pontos discutidos durante a COP30, onde se destacou a divulgação dos resultados do Fundo Nacional de Segurança Pública, que abrange investimentos na Amazônia Legal. Desde 2019, aproximadamente R$ 3 bilhões foram repassados aos estados da região para ações diversas, incluindo a estruturação de centros de comando e fornecimento de equipamentos de segurança. Um dado interessante revelado pelo Fundo é que para cada R$ 1 investido em operações de segurança, espera-se que R$ 22 sejam retirados do crime organizado, o que totaliza um potencial impacto de R$ 242 bilhões. Contudo, a eficácia dessa estratégia ainda deve ser validada com o tempo.

No cenário político de Rondônia, pré-candidatos ao governo estão se posicionando com táticas semelhantes às dos centroavantes argentinos, que usam artifícios para desestabilizar adversários. O vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil) já se manifestou sobre sua intenção de disputar a reeleição, assim como Adailton Fúria (PSD-Cacoal). Outros nomes, como os senadores Marcos Rogério e Confúcio Moura, e o deputado federal Fernando Máximo também estão se movimentando, mas ainda sem definir oficialmente suas candidaturas.

O prefeito de Porto Velho, Leo Moraes (Podemos), enfrenta grandes desafios na gestão das estradas vicinais do município, que se estendem por mais de 20 distritos. A complexidade da malha rodoviária tem causado desgaste para a administração anterior. Com distritos distantes até 350 quilômetros da sede, as demandas por infraestrutura só aumentam, e a disponibilidade de recursos é limitada.

Infelizmente, muitos distritos não apresentam condições adequadas para se tornarem autônomos devido à baixa densidade populacional e à precariedade da infraestrutura. Um caso emblemático é o distrito de Extrema, que, mesmo com autonomia aprovada há quase 30 anos, ainda não foi desmembrado. Por outro lado, União Bandeirantes se destaca por suas condições favoráveis ao agronegócio, possuindo uma densidade demográfica superior à de vários municípios do estado.

Recentes levantamentos indicam a existência de 35 partidos oficialmente registrados no Brasil, com outros 20 aguardando aprovação. A direção de partidos grandes se tornou financeiramente vantajosa, com a distribuição de verbas do fundo eleitoral ocorrendo sem a devida fiscalização. Essa falta de transparência e controle reflete uma realidade danosa, similar à enfrentada por clubes esportivos, que muitas vezes são mal administrados por diretores corruptos.

A escassez de mão de obra na construção civil tem impactado os preços dos serviços, com pedreiros iniciantes cobrando R$ 200,00 por diária em Porto Velho. Secretárias domésticas também têm reajustado seus preços de acordo com o tamanho das residências, o que tem causado descontentamento entre os contratantes, que, devido à falta de profissionais, acabam aceitando as novas condições.

Alguns vereadores de Porto Velho já estão se movimentando rumo à Assembleia Legislativa em busca de novas cadeiras nas próximas eleições. Entre eles estão Dr. Santana, Marcos Combate e Sofia Andrade. A situação do ex-presidente Jair Bolsonaro também gera descontentamento entre seus apoiadores, que vivem o impacto de uma "fase astral" negativa. Ademais, o aumento de acidentes fatais envolvendo motocicletas na cidade tem gerado preocupações, uma vez que muitos feridos encontram os hospitais superlotados e enfrentam graves sequelas.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo