EmpreendePet atrai público em Porto Velho com adoção de 200 pets
No domingo (19/04) EmpreendePet segue no Espaço Alternativo: feira de empreendedorismo feminino, praça de comidas regionais e mais de 200 pets para adoção.
Carregando...
O STJ autorizou a continuidade de ação por improbidade administrativa, destacando que indícios de uso inadequado de recursos públicos devem ser apurados.
Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) gerou debates com a decisão de autorizar a continuidade de uma ação de improbidade administrativa. A Corte não impôs restrições aos gestores públicos, mas destacou a necessidade de investigar indícios que merecem apuração.
O caso em questão, relacionado ao recurso especial nº 2.175.480/SP, refere-se a gastos com publicidade que totalizaram aproximadamente R$ 44 milhões, o que corresponde a cerca de 20% do programa 'Asfalto Novo'. A problemática central se concentra no uso de peças de comunicação institucional que continham slogans e a identidade visual da gestão, divulgadas pelo então prefeito em seu perfil pessoal.
Esse cenário, aliado ao contexto político de 2018, foi considerado pelo Tribunal como um motivo suficiente para a investigação de possível dolo e prejuízo ao erário, conforme estipulado pela Lei 14.230/2021. É importante frisar que a decisão se encontra em uma fase inicial de análise, onde se verifica apenas a plausibilidade das acusações.
A decisão do STJ é particularmente relevante, pois reafirma a aplicação da Lei de Improbidade após a reforma de 2021. O Tribunal enfatizou que:
Portanto, a mensagem do STJ não é de censura aos gestores, mas sim de que, quando houver indícios razoáveis de utilização de recursos públicos para promoção pessoal, os fatos devem ser devidamente investigados. O Tribunal destacou que a responsabilidade não se baseia na mera divulgação em redes sociais pessoais, mas na possível utilização inadequada da máquina pública para interesses individuais.
Essa interpretação se alinha com a opinião do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reconhece a permissibilidade de postagens pessoais feitas sem a utilização da estrutura pública. A irregularidade aparece quando um gestor confunde a comunicação institucional com sua promoção pessoal, especialmente durante períodos eleitorais.
Órgãos de controle, como as Cortes de Contas, também alertam que a associação direta entre símbolos oficiais e a imagem pessoal do agente público pode comprometer o princípio da impessoalidade. Assim, destaca-se a utilização da ferramenta de 'collab' nas redes sociais, que permite publicações simultâneas em perfis institucionais e pessoais. Esta prática, embora não seja ilícita, pode ser considerada irregular se transformar a comunicação pública em uma vitrine pessoal.
Os gestores públicos precisam estar cientes das seguintes orientações:
A linha que separa a informação legítima da promoção pessoal é tênue. Dependendo da interpretação da Justiça Eleitoral e dos órgãos de controle, ações que parecem corriqueiras podem resultar em processos, multas e restrições a futuras candidaturas.
Diante desse cenário, é essencial que prefeitos e gestores busquem assessoria jurídica especializada em direito público e eleitoral. Essa orientação é fundamental para que a comunicação institucional seja realizada de forma transparente e responsável, evitando riscos desnecessários que possam impactar a reputação e o futuro político dos gestores.
Em suma, o que o STJ enfatizou não foi o silêncio dos prefeitos ou gestores, mas a necessidade de investigação rigorosa quando há uma confusão entre publicidade institucional e promoção pessoal. A comunicação estatal deve sempre observar os princípios da impessoalidade, moralidade e legalidade, garantindo que, no contexto digital e eleitoral atual, os gestores se comuniquem de forma responsável e adequadamente assessorada, o que pode ser crucial para sua trajetória política.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Luiz Felipe da Silva Andrade
No domingo (19/04) EmpreendePet segue no Espaço Alternativo: feira de empreendedorismo feminino, praça de comidas regionais e mais de 200 pets para adoção.
Guajará-Mirim gasta quase meio milhão com festa enquanto buracos, falta de saneamento e serviços expõem gestão improvisada; pede-se responsabilidade política.
Emanuel Schwantes Alves, 15, venceu o Mister Rondônia Teen 2026 representando Cacoal; é filho do apresentador Emanuel Alves, ex-participante do concurso.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.