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A minissérie "Pssica", coproduzida por Fernando Meirelles, explora a vida de jovens em Marajó e suas lutas com violência e tráfico humano, com falhas narrativas.
A minissérie brasileira "Pssica" já está disponível na Netflix. Produzida em coprodução com a O2 Filmes e com Fernando Meirelles, famoso pelo clássico "Cidade de Deus", a série é baseada no livro homônimo do escritor paraense Edyr Augusto. Dividida em quatro episódios, a ambientação da história se passa em cidades do Pará.
Apesar da produção cuidadosa, com boas atuações e excelentes locações, a narrativa da minissérie foi considerada falha por alguns críticos. Erros na formatação da história e uma edição por vezes confusa prejudicam a fluidez, levando a crer que a obra original poderia ser mais impactante.
"Pssica", um termo que em algumas regiões significa 'maldição', foca em três personagens principais: Janalice, uma adolescente marcada por um vídeo íntimo que altera sua vida; Preá, um jovem à frente de uma gangue de piratas aquáticos; e Mariangel, uma mulher em busca de vingança. As histórias dessas figuras se entrelaçam em meio a um cenário marcado pela violência e pelo tráfico humano na Ilha de Marajó.
Janalice, interpretada por Domithila Catete, vive a dor da exposição e da punição familiar, mudando-se para mora com uma tia e, posteriormente, envolvendo-se com a criminalidade. Preá, por sua vez, lidera uma gangue e busca redimir-se, enquanto enfrenta conflitos com aliados e se apaixona por Janalice. Já Mariangel, vivida por Marleyda Soto, carrega um segredo sobre seu passado violento e busca se vingar da morte de sua família.
A trama é centrada na ideia da 'pssica', a maldição que os personagens acreditam ter sido lançada sobre eles, refletindo as consequências de suas escolhas e circunstâncias de vida. A narrativa explora questões como o tráfico de meninas na região, ligando a criminalidade à elite política local, representada por um prefeito corrompido.
Com uma atmosfera carregada de tensão e violência, "Pssica" também apresenta momentos de beleza, destacando a cinematografia com paisagens da Amazônia. Quico Meirelles utiliza tomadas panorâmicas que ressaltam o visual impactante da região, um contraste com o lado sombrio da vida urbana exposto na série.
Ainda que temas relevantes sejam abordados, a série enfrenta críticas quanto à conveniência de soluções narrativas e escolhas de personagens que podem parecer superficiais. Parte da audiência pode sentir que algumas resoluções não se sustentam de forma lógica dentro do enredo.
No entanto, "Pssica" foi chamada de a 'Cidade de Deus' do Pará, evidenciando seu enfoque em tramas de crime juvenil e realismo social. Apesar de algumas confusões na edição, a minissérie apresenta uma experiência visual rica e momentos de impacto, embora o último episódio conclua de maneira apressada e episódica.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Idaron
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