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  • 18 Apr, 2026

Para ser um dos 10% mais ricos de Rondônia, é necessário ganhar acima de R$ 3.700 mensais, enquanto 90% da população recebe menos de R$ 3.500, segundo a PNAD.

Para se inserir no grupo dos 10% mais ricos de Rondônia, é necessário ter uma renda superior a R$ 3.700 mensais, conforme indicam dados da PNAD Contínua do IBGE. A pesquisa também revela que 90% da população brasileira possui uma renda inferior a R$ 3.500, o que evidencia a desigualdade de renda no país. Esses valores ressaltam como quantias relativamente baixas podem posicionar um indivíduo entre os economicamente favorecidos, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.

O especialista em finanças, Tiago Monteiro, destaca que existe uma grande disparidade entre a renda da média da população e a dos que estão no topo da pirâmide econômica. No entanto, ambos os grupos enfrentam desafios semelhantes, como a desorganização financeira, decisões impulsivas e a falta de diálogos sobre dinheiro nas famílias.

Monteiro argumenta que ter uma renda elevada não assegura estabilidade financeira, assim como uma renda média não impede a possibilidade de crescimento. O que realmente faz a diferença é a educação financeira aplicada no cotidiano, que envolve conversas em família, controle de despesas e planejamento de metas.

Ele também alerta que, na ausência de um método eficaz, até pessoas com altos salários podem acabar perdendo dinheiro por causa de assinaturas esquecidas, custos invisíveis e investimentos mal elaborados. Por outro lado, quem organiza sua vida financeira pode, mesmo com uma renda que se considera mediana, conseguir criar reservas, investir de forma mais segura e alcançar maior estabilidade.

“O poder não está no número do contracheque, mas na qualidade das decisões repetidas todos os dias. Se você é referência na sua área, o próximo passo é ser referência também nas suas finanças: clareza, organização, estratégia e execução”, conclui o especialista.

Fonte da imagem: Freepik

Fonte das informações: Rondoniaovivo