Sicredi divulga 261 ganhadores do primeiro Capital Premiado 2026
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Dezembro marca o início da estação chuvosa na Amazônia e do ciclo de restauração em Rondônia, com a previsão de entrega de 1,1 milhão de mudas até fevereiro de 2026.
Com a chegada da estação chuvosa na Amazônia, dezembro marca o início de um novo ciclo de restauração de áreas degradadas em Rondônia. Para a temporada 2025/2026, a Rioterra planeja entregar 1 milhão e 100 mil mudas de espécies nativas até fevereiro. Até o final de dezembro de 2025, já haviam sido entregues 520 mil mudas a famílias e organizações beneficiárias, enquanto 580 mil mudas restantes estão prontas para distribuição em janeiro e fevereiro de 2026.
Por trás desses números, existe uma estratégia territorial robusta que busca responder a desafios como o avanço do desmatamento e a vulnerabilidade das populações locais que dependem da floresta. Nos últimos anos, a restauração de áreas degradadas se destacou como uma estratégia eficaz para lidar com a crise climática e conservar a biodiversidade, além de ter um impacto positivo na geração de emprego e renda para as comunidades locais.
Estima-se que para cada 100 hectares restaurados, surgem até 42 postos de trabalho, fazendo da restauração uma ferramenta concreta para reduzir a vulnerabilidade social, aspecto central da atuação da Rioterra. Esses projetos garantem renda para trabalhadores locais, contribuindo para que famílias permaneçam no campo e reduzindo desigualdades territoriais.
Os projetos são orientados pelo conceito de Paisagens Sustentáveis, considerando o território como um mosaico de florestas, áreas produtivas e comunidades. Restaurar, nesse contexto, não se limita a plantar árvores, mas envolve reconectar fragmentos de vegetação, proteger nascentes e fortalecer corredores ecológicos, enquanto se busca reduzir a vulnerabilidade social dos moradores da Amazônia.
O viveiro da Rioterra, situado em Itapuã do Oeste (RO), é fundamental para essa rede de restauração. Com infraestrutura apropriada e equipe técnica capacitada, o viveiro é responsável pela produção das mudas. Na temporada 2025/2026, as mudas atenderão quatro frentes de atuação: os projetos Agro Verde, Regulariza Rural, Cacau OTP e Cacau Amazônia+, cada um atendendo diferentes perfis de beneficiários, que incluem extrativistas, agricultores familiares e assentados da reforma agrária.
Essas iniciativas compartilham o compromisso com um modelo de desenvolvimento que respeita os limites ecológicos da floresta e os direitos das comunidades. Ao integrar a conservação da biodiversidade, a adaptação às mudanças climáticas e o combate às desigualdades, a Rioterra se posiciona como uma articuladora de soluções viáveis.
Com projetos como o Agro Verde, que utiliza pagamento por serviços ambientais, e o Cacau Amazônia+, voltado para a reconversão produtiva com sistemas agroflorestais, assim como o Regulariza Rural, que une restauração e regularização ambiental, a Rioterra demonstra uma abordagem inovadora que combina restauração em grande escala, geração de renda e valorização dos saberes comunitários.
Fonte da imagem: Assessoria / casaquatro
Fonte das informações: Rioterra
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