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Rondônia inicia a aplicação do Nirsevimabe, um anticorpo monoclonal, para proteger bebês contra o Vírus Sincicial Respiratório, reduzindo hospitalizações relacionadas. A imunização é voltada a prematuros e crianças com comorbidades, disponível em maternidades e centros de referência.
Os municípios de Rondônia iniciaram a aplicação do Nirsevimabe, um imunobiológico fornecido pelo Ministério da Saúde, destinado a proteger bebês contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), reconhecido como a principal causa de bronquiolite e pneumonias graves na infância.
A ação é conduzida pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) e faz parte de uma estratégia para enfrentar as síndromes respiratórias durante o período sazonal, período caracterizado pela maior circulação do vírus.
O Nirsevimabe é um anticorpo monoclonal administrado em uma dose única, que diminui substancialmente o risco de hospitalizações e complicações graves relacionadas ao VSR.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, enfatizou que a iniciativa é um avanço na proteção da infância e reafirma o compromisso do estado em proporcionar acesso a tecnologias modernas e eficazes.
Gilvander Gregório de Lima, diretor-geral da Agevisa/RO, ressaltou que a introdução do Nirsevimabe atende a critérios técnicos e científicos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, garantindo planejamento e capacitação das equipes para assegurar um atendimento adequado ao público prioritário.
Público-alvo:
Locais de aplicação:
A imunização está disponível nas maternidades públicas, nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), em Porto Velho, dentro do Hospital de Base Ary Pinheiro; em Vilhena, anexo ao hospital regional de Vilhena; e nas unidades de referência em imunização. O Crie em Rondônia visa facilitar o acesso a vacinas especiais para pessoas com condições clínicas específicas, como imunodeficiências e doenças crônicas.
Documentos necessários:
Para a vacinação com Nirsevimabe, é imprescindível apresentar solicitação médica, documento de identidade e relatório clínico que ateste a condição de elegibilidade. A distribuição do imunobiológico ocorrerá de forma gradual nos municípios, assegurando acesso descentralizado.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Idaron
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