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  • 18 Apr, 2026

Um estudo revela que o desmatamento na Amazônia é responsável por 74,5% da redução de chuvas e 16,5% do aumento da temperatura no bioma.

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Críticos do movimento ambientalista frequentemente rotulam os defensores da causa como “ecochatos”, minimizando os efeitos da degradação ambiental. No entanto, estudos recentes demonstram de forma irrefutável a relação entre a destruição da natureza e os prejuízos econômicos, além de impactos climáticos irreversíveis.

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) realizaram um estudo abrangente, analisando dados ambientais e mudanças na cobertura da Terra ao longo de 2,6 milhões de quilômetros quadrados, entre 1985 e 2020. Os resultados indicam que o desmatamento na Amazônia é responsável por aproximadamente 74,5% da redução das chuvas e por 16,5% do aumento da temperatura durante os meses de seca, evidenciando uma clara relação de causa e efeito.

Ainda resta saber se as autoridades reagirão de maneira eficaz às evidências científicas ou continuarão a desconsiderar os alertas, respondendo com desdém.

Em Rondônia, a predominância de prefeitos com gestões bem vistas entre os governadores eleitos se perpetua desde 1982. Jeronimo Santana foi o primeiro em 1986, seguido por Valdir Raupp, José Bianco, Ivo Cassol e Confúcio Moura, que foi reeleito. O atual governador, Marcos Rocha, e o governador nomeado Ângelo Angelim também integram essa lista, sendo que ambos não passaram pela prefeitura antes de suas gestões.

O estado enfrenta sérios problemas de corrupção, com denúncias que envolvem o deputado estadual Edvaldo Neves em esquemas de desvio de recursos públicos. O Ministério Público de Rondônia já recebeu informações que apontam para a prática de "rachadinhas" e o uso indevido de verbas de gabinete.

O partido Podemos, que surgiu com o objetivo de evitar o uso de recursos do fundo eleitoral, agora enfrenta crises internas. Seu fundador, Álvaro Dias, deixou a legenda devido a contradições que vão de encontro aos princípios originais do partido, incluindo a falta de convenções para os diretórios, abrindo portas para novas coligações com MDB, PSDB e Novo nas próximas eleições.

A parceria entre a Associação Rondoniense de Municípios (AROM) e o Tribunal de Justiça de Rondônia para promover a regularização fundiária é bem recebida. Com o apoio do governador Marcos Rocha e do Incra, as iniciativas visam restaurar a ordem na posse de terras nos municípios, além dos esforços do prefeito Leo Moraes, que também se dedica à regularização em Porto Velho.

Em face de intensa rejeição nas pesquisas, lideranças bolsonaristas nos estados, como Daciolo, Carlucho Bolsonaro e Hélio Negão, estão reconsiderando suas candidaturas. Daciolo já desistiu de concorrer ao Senado em Rondônia, enquanto Carlucho enfrenta dificuldades na campanha em Santa Catarina e Hélio repensa sua posição em Roraima.

A revitalização do centro histórico de Porto Velho está em pauta, com a transferência da sede do governo municipal para o Prédio do Relógio, uma iniciativa do ex-prefeito Hildon Chaves. Apesar dos esforços para manter órgãos públicos na área, a insegurança se apresenta como um desafio, com frequentes casos de arrombamento.

As grandes redes de farmácias em Porto Velho, como Drogasil e Ultrafarma, estão afetando o comércio local, levando pequenas farmácias ao fechamento. Além disso, o ex-governador Valdir Raupp tem recebido convites para retornar à política, embora tenha se mostrado relutante. Os ex-governadores Oswaldo Piana, José Bianco, João Cahula e Daniel Pereira ainda permanecem ativos na região.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

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