Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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Um estudo revela que o desmatamento na Amazônia é responsável por 74,5% da redução de chuvas e 16,5% do aumento da temperatura no bioma.
Críticos do movimento ambientalista frequentemente rotulam os defensores da causa como “ecochatos”, minimizando os efeitos da degradação ambiental. No entanto, estudos recentes demonstram de forma irrefutável a relação entre a destruição da natureza e os prejuízos econômicos, além de impactos climáticos irreversíveis.
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) realizaram um estudo abrangente, analisando dados ambientais e mudanças na cobertura da Terra ao longo de 2,6 milhões de quilômetros quadrados, entre 1985 e 2020. Os resultados indicam que o desmatamento na Amazônia é responsável por aproximadamente 74,5% da redução das chuvas e por 16,5% do aumento da temperatura durante os meses de seca, evidenciando uma clara relação de causa e efeito.
Ainda resta saber se as autoridades reagirão de maneira eficaz às evidências científicas ou continuarão a desconsiderar os alertas, respondendo com desdém.
Em Rondônia, a predominância de prefeitos com gestões bem vistas entre os governadores eleitos se perpetua desde 1982. Jeronimo Santana foi o primeiro em 1986, seguido por Valdir Raupp, José Bianco, Ivo Cassol e Confúcio Moura, que foi reeleito. O atual governador, Marcos Rocha, e o governador nomeado Ângelo Angelim também integram essa lista, sendo que ambos não passaram pela prefeitura antes de suas gestões.
O estado enfrenta sérios problemas de corrupção, com denúncias que envolvem o deputado estadual Edvaldo Neves em esquemas de desvio de recursos públicos. O Ministério Público de Rondônia já recebeu informações que apontam para a prática de "rachadinhas" e o uso indevido de verbas de gabinete.
O partido Podemos, que surgiu com o objetivo de evitar o uso de recursos do fundo eleitoral, agora enfrenta crises internas. Seu fundador, Álvaro Dias, deixou a legenda devido a contradições que vão de encontro aos princípios originais do partido, incluindo a falta de convenções para os diretórios, abrindo portas para novas coligações com MDB, PSDB e Novo nas próximas eleições.
A parceria entre a Associação Rondoniense de Municípios (AROM) e o Tribunal de Justiça de Rondônia para promover a regularização fundiária é bem recebida. Com o apoio do governador Marcos Rocha e do Incra, as iniciativas visam restaurar a ordem na posse de terras nos municípios, além dos esforços do prefeito Leo Moraes, que também se dedica à regularização em Porto Velho.
Em face de intensa rejeição nas pesquisas, lideranças bolsonaristas nos estados, como Daciolo, Carlucho Bolsonaro e Hélio Negão, estão reconsiderando suas candidaturas. Daciolo já desistiu de concorrer ao Senado em Rondônia, enquanto Carlucho enfrenta dificuldades na campanha em Santa Catarina e Hélio repensa sua posição em Roraima.
A revitalização do centro histórico de Porto Velho está em pauta, com a transferência da sede do governo municipal para o Prédio do Relógio, uma iniciativa do ex-prefeito Hildon Chaves. Apesar dos esforços para manter órgãos públicos na área, a insegurança se apresenta como um desafio, com frequentes casos de arrombamento.
As grandes redes de farmácias em Porto Velho, como Drogasil e Ultrafarma, estão afetando o comércio local, levando pequenas farmácias ao fechamento. Além disso, o ex-governador Valdir Raupp tem recebido convites para retornar à política, embora tenha se mostrado relutante. Os ex-governadores Oswaldo Piana, José Bianco, João Cahula e Daniel Pereira ainda permanecem ativos na região.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
```Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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