Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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A Amazônia enfrenta um futuro incerto até 2026, com o fortalecimento de desenvolvimentistas no governo Lula e pouca voz para os defensores do meio ambiente.
A Amazônia enfrenta um futuro incerto até 2026, especialmente após a realização da COP30 em 2025, que não trouxe as decisões esperadas. Com o apoio de uma base governamental majoritária e a neutralidade da Justiça, os desenvolvimentistas estão se movendo rapidamente, deixando os ambientalistas em uma posição vulnerável.
Historicamente, os governos de Lula não se comprometeram totalmente com a defesa do meio ambiente. Nos seus primeiros mandatos, Lula teve como contraponto o liberal José de Alencar. Atualmente, a relação com o vice-presidente Geraldo Alckmin, que critica a corrupção no PT, gera discussões sobre a posição política do governo.
Apenas a Rede Sustentabilidade, liderada pela ministra Marina Silva, apresenta uma verdadeira unanimidade em defesa do desmatamento zero. O cenário atual revela que os negacionistas se adaptaram para apoiar o desenvolvimentismo. Enquanto isso, os ambientalistas radicais apresentam argumentos que são ignorados tanto pelo governo quanto pela oposição.
Comemorações recentes em Rondônia lembraram a sua fundação, e muitos se perguntaram sobre o paradeiro dos ex-governadores do estado. A maioria deles já faleceu, incluindo os primeiros governadores nomeados, Jorge Teixeira e Ângelo Angelim, e Jeronimo Santana, que foi o primeiro eleito. Contudo, ainda estão vivos alguns ex-governadores influentes, como Oswaldo Piana Filho e Waldir Raupp, que continuam ativos na política local.
Dos ex-governadores ainda vivos, Piana reside no Rio de Janeiro e se afastou da política, enquanto outros, como Waldir Raupp e Ivo Cassol, permanecem em Rondônia, envolvidos em atividades políticas e aspirando cargos nas próximas eleições em 2026.
A curiosidade também se estende aos ex-prefeitos de Porto Velho. Sebastião Assef Valadares, o mais longevo e primeiro prefeito, e José Vieira Guedes, o primeiro a ser reeleito, foram importantes na história administrativa da capital. Outros ex-prefeitos, como Roberto Sobrinho e Hildon Chaves, deixaram suas marcas, enquanto o atual prefeito, Leo Moraes, continua a governar.
Rondônia tem um histórico de surpresas eleitorais, onde candidatos considerados favoritos frequentemente enfrentam derrotas. Exemplos incluem Chiquito Erse, que perdeu para Waldir Raupp, e Confúcio Moura, que nunca foi o favorito nas eleições que venceu. A expectativa agora se volta para as próximas eleições de 2026, levando em conta se Marcos Rogério será capaz de manter a liderança nas pesquisas.
Por fim, o jornalista Paulo Martins, referência na história da comunicação em Rondônia, completou 80 anos. Ele teve um papel crucial na migração de jornalistas para a região e é lembrado com carinho por muitos. O estado também observa uma nova onda migratória, esta vez de venezuelanos, direcionada a Curitiba.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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