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Em Porto Velho, alta nos preços de ovos de Páscoa e pescados pressiona orçamentos, dificultando tradições da Semana Santa e gerando apelos por fiscalização.
A Sexta‑feira Santa, em Porto Velho, é tradicionalmente marcada por fé, silêncio e reflexão, com muitos fiéis mantendo práticas como o jejum e a substituição da carne vermelha por peixes em homenagem à crucificação de Jesus Cristo.
Neste ano, no entanto, a celebração vem acompanhada de insatisfação crescente: o aumento expressivo nos preços de produtos típicos da Semana Santa — como ovos de Páscoa e pescados — tem pressionado o orçamento das famílias da capital.
Um levantamento realizado pelo jornalista Miro Costa em supermercados de Porto Velho, na quinta‑feira, 2 de abril de 2026, apontou alta significativa nos valores em comparação a 2025. “Os preços estão altíssimos, e a diferença em relação a 2025 é absurda”, relatou o autor do levantamento.
Consumidores de perfis diversos confirmam a dificuldade. Maurício Cezar, 61 anos, diz que a família tem sido obrigada a restringir as compras para manter a tradição: “A Páscoa deveria ser um momento de alegria para as crianças, mas estamos enfrentando dificuldades. Os preços subiram muito, e isso nos obriga a restringir as compras. Estamos pesquisando em vários lugares, mas tudo continua caro”.
Maria Iraneide P. Silva, 60 anos, destacou valores que a surpreenderam nas prateleiras: ovos de 150 gramas por quase R$100, outros menores por mais de R$70, e bacalhau chegando a quase R$200 o quilo. “É um absurdo, falta fiscalização”, criticou.
A semana santa também inclui outras celebrações importantes, como a Quinta‑feira Santa, que relembra a Última Ceia e o rito do Lava‑pés, marcando o início do Tríduo Pascal.
Diante do cenário, consumidores apelam por mais equilíbrio nos preços e maior atuação dos órgãos de fiscalização. Enquanto isso, famílias da capital seguem tentando preservar as tradições religiosas, apesar das dificuldades financeiras.
A expectativa de moradores de Porto Velho é que, nos próximos anos, a Semana Santa possa ser vivida com mais tranquilidade, reconciliando fé e tradição com condições de consumo mais justas.
Fonte da imagem: Miro Costa
Fonte das informações: Miro Costa
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