Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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A CPI do Crime Organizado será instalada no Senado para investigar facções e milícias, com foco na apuração de estruturas e financiamentos de grupos criminosos.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado será instalada nesta terça-feira, dia 4 de outubro, às 11h, no Senado Federal. Na primeira reunião, os parlamentares elegerão o presidente, o vice e o relator da comissão, que terá um período de 120 dias para investigar as atividades, expansão e funcionamento das facções criminosas e milícias em todo o Brasil.
A criação da CPI foi proposta pelo senador Alessandro Vieira, do MDB, em resposta à comoção nacional gerada pela operação policial que ocorreu nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, resultando na morte de 121 pessoas, incluindo quatro policiais.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, declarou que a criação da CPI representa um pacto nacional no combate ao crime organizado. Ele enfatizou a necessidade de mobilizar todas as instituições para enfrentar esses grupos criminosos e garantir a proteção da população diante da crescente violência no país.
Alessandro Vieira também comentou sobre o avanço das organizações criminosas, atribuindo-o ao abandono por parte do poder público. Ele afirmou que a situação é urgente e não deve ser tratada como uma pauta eleitoreira.
Composta por 11 senadores titulares e 7 suplentes, a CPI terá um orçamento de R$ 30 mil para despesas de investigação. O foco da comissão será apurar o modus operandi, as estruturas de comando e as fontes de financiamento dos grupos criminosos, além de sugerir medidas legislativas para aprimorar o combate ao crime no Brasil.
Fonte das informações: Idaron
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