Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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A proximidade da COP30 em Belém mobiliza críticas e propostas, destacando a Declaração do Mutirão dos Povos da Amazônia, que revela desafios e reflexões sobre a região.
A proximidade da COP30, marcada para novembro, tem gerado um aumento considerável de sugestões e críticas em torno do evento, especialmente em relação à escolha de Belém como sede. Embora muitos minimizem os problemas de Belém, é importante destacar que nenhuma capital brasileira é isenta de falhas. Por exemplo, São Paulo, a cidade mais rica do Brasil, enfrenta sérios problemas, como a fome que afeta mais de um milhão de seus moradores, número semelhante à população total de Belém.
Organizações de povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e movimentos sociais da Amazônia redigiram a Declaração do Mutirão dos Povos da Amazônia para a COP30. O documento, que será apresentado durante o evento, contém reflexões impactantes, como a afirmação de que “Amazônia sangra, e sua voz corta o silêncio imposto pela destruição”. No entanto, também inclui pontos que geram controvérsia, como a afirmação de que a solução para os problemas amazônicos não virá de fora, o que pode ser discutido dada a importância da cooperação internacional.
Durante a semana, a Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou uma diligência externa nos municípios de Manicoré e Humaitá, no estado do Amazonas. A iniciativa do senador Plinio Valério visa investigar denúncias de violações de direitos humanos ligadas a uma operação da Polícia Federal, que, em conjunto com organismos ambientais, tem combatido os garimpos ilegais e o tráfico de drogas na região. A operação resultou na destruição de mais de 100 dragas no Rio Madeira, severamente contaminado por mercúrio, além da inutilização de embarcações pertencentes aos ribeirinhos.
No Congresso, parlamentares da bancada federal dos estados do Amazonas, Pará e Rondônia se reúnem para discutir a privatização dos rios Madeira, Tapajós e Tocantins em uma audiência pública no Senado. O anúncio da cobrança de pedágios nas hidrovias levantou preocupações sobre o aumento dos custos de transporte de cargas, especialmente de alimentos. Representantes das comunidades ribeirinhas e autoridades locais também foram convidados para participar da discussão.
Na próxima semana, será lançado um documentário intitulado “Vidas na Lama”, que explora a situação da BR-319, estrada que liga Manaus a Porto Velho. Realizado por Amon Mandel e Matheus Garcia, o filme abordará as dificuldades enfrentadas por ribeirinhos e transportadores devido ao isolamento rodoviário durante o período de chuvas, o que impacta negativamente na economia regional.
A candidatura do deputado Delegado Camargo ao Senado tem ganhado destaque, especialmente por sua atuação na Assembleia Legislativa e por concorrer em uma região estratégica, o Vale do Jamari, que abrange nove municípios. No entanto, sua imagem foi afetada por decisões questionáveis, como a apresentação de uma moção de repúdio ao presidente Lula, que visitou o estado para anunciar investimentos significativos.
A proliferação de pesquisas eleitorais irregulares está gerando desconfiança em Rondônia, à medida que se aproximam as eleições do próximo ano. Algumas sondagens indicam uma recuperação do presidente Lula, enquanto outras o mostram em desvantagem em relação a possíveis concorrentes, como Jair Bolsonaro.
Desconfiana-se também em relação às candidaturas do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, e do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, ao governo do estado, já que ambos ainda não se manifestaram quanto a alianças ou candidatos para a vice e o Senado. A inelegibilidade do ex-governador Ivo Cassol, devido a uma nova condenação, deixou o cenário político ainda mais incerto.
Por fim, a situação do centro histórico de Porto Velho tem sido alvo de preocupação, com denúncias de abandono e problemas de segurança. Uma colaboração entre a prefeitura, o governo estadual e a Câmara de Dirigentes Lojistas busca resolver essa crise. Contudo, a recente aprovação do que tem sido chamado de “PL da blindagem” pela Câmara dos Deputados, que protege parlamentares e seus interesses, levanta questões sobre a integridade e a transparência no setor público.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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