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  • 19 Apr, 2026

Ambientalistas alertam que a Amazônia pode ter ultrapassado um ponto sem retorno, enquanto a nova lei de licenciamento gera controvérsias no Brasil.

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Há 30 anos, ambientalistas alertavam sobre a possibilidade de que a Amazônia atingisse um ponto sem retorno em termos de controle sobre o clima e o meio ambiente. Em contrapartida, negacionistas afirmavam que isso jamais ocorreria devido a providências governamentais e à capacidade de regeneração da natureza.

Hoje, a visão dos negacionistas se torna mais cautelosa, enquanto muitos ambientalistas acreditam que o ponto crítico já foi alcançado. Em algumas áreas, os efeitos negativos são evidentes, enquanto em outras, ainda existem possibilidades de reversão.

Esse cenário é refletido na nova lei de licenciamento ambiental, conhecida como “PL da Devastação”, que, após ser aprovada pelo Congresso, teve 63 vetos impostos pelo presidente Lula da Silva. A possibilidade de derrubada desses vetos é uma realidade, já que o contexto político atual do Brasil é diferente do que era durante o primeiro governo de Lula.

O crescimento demográfico em Rondônia, percebido pela última estimativa do IBGE, se mostra pífio, com um aumento de apenas 5 mil habitantes nos últimos anos. Essa lentidão no crescimento populacional impacta a distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios, especialmente para os pequenos e médios municípios, gerando descontentamento entre os prefeitos.

As preparações para a eleição de 2026 já estão visíveis na classe política de Rondônia. As práticas habituais de campanhas, que incluem pesquisas manipuladas e traições políticas, estão se intensificando. O cenário eleitoral permanece nebuloso, com pendências na justiça e alianças improváveis.

Recentemente, o vice-governador Sergio Gonçalves e o governador Marcos Rocha firmaram um acordo com aliados políticos locais. Em troca de apoio, a ex-deputada Mariana Carvalho e o deputado Mauricio Carvalho receberão pastas importantes na administração estadual, facilitando suas campanhas futuras para cargos no Congresso.

Essa aliança indica uma movimentação significativa nas disputas eleitorais, prejudicando adversários como o tucano Hildon Chaves, que já havia mostrado fragilidade em sua posição política. A traição por parte de aliados que estavam ao seu lado nas eleições anteriores complicou ainda mais sua situação.

A estratégia de Gonçalves e Rocha parece ter como objetivo desestabilizar a candidatura de Hildon Chaves, tornando sua disputa mais difícil. Hildão enfrenta riscos adicionais, como a falta de um vice e de candidatos confiáveis para apoiar sua campanha.

Os governantes de Rondônia continuam a promover uma visão otimista sobre o crescimento econômico do estado, embora sejam confrontados pela realidade da migração de população. Muitos rondonienses estão se mudando para estados como Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso, com a capital Porto Velho também enfrentando essa tendência.

Além disso, a estiagem que afeta o Acre começa a impactar Rondônia. Rios como o Madeira e o Machado em Ji-Paraná estão apresentando níveis alarmantemente baixos, afetando a navegação na região.

Fonte das informações: Idaron

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