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  • 18 Apr, 2026

Estudo revela razões para o abandono da "Cidade Perdida da Amazônia" pelos upanos, ligando o fenômeno a mudanças climáticas e práticas agrícolas ao longo dos séculos.

Discutir o futuro das cidades amazônicas é essencial para identificar soluções para os problemas atuais e planejar melhorias para o futuro. Antes de abordar esses temas, é necessário investigar as razões pelas quais grandes cidades na Amazônia, como a "Cidade Perdida da Amazônia", foram abandonadas ao longo da história.

Um estudo colaborativo de pesquisadores do Equador, EUA e Holanda, publicado na revista Nature, analisa a população upano, que habitou um vale entre a Cordilheira dos Andes e a floresta amazônica por mais de mil anos antes de deixar a região.

A pesquisa traça um histórico do cultivo de milho, iniciado por volta de 570 a.C., e explica as mudanças no uso da terra, como técnica de corte e queima, cobertura morta e silvicultura. O estudo destaca um declínio na exploração florestal, indicando um possível abandono da cidade por volta de 550 d.C.

Além disso, a pesquisa menciona um novo uso da terra a partir de 1500 d.C., relacionado a um clima mais quente e úmido, que resultou em uma composição florestal distinta nos últimos 120 anos. Embora o estudo não afirme explicitamente, levanta a hipótese de que o colapso da antiga metrópole esteja relacionado a mudanças climáticas.

Na sexta-feira, dia 17, Guajará Mirim será palco de dois eventos importantes: uma audiência pública para discutir a construção da ponte binacional entre Brasil e Bolívia, e um encontro político do movimento Caminhada da Esperança, liderado por figuras como o senador Confúcio Moura e ex-senador Acir Gurgacz. O movimento planeja realizar um fórum estadual em Cacoal no próximo dia 27.

Os integrantes do movimento afirmam que, enquanto o senador Moura promove obras significativas em Rondônia, como a ponte binacional e a restauração da BR 364, os representantes bolsonaristas estão inativos. A atuação dos parlamentares conservadores na atual legislatura tem sido considerada apagada em comparação a períodos anteriores, quando conseguiram trazer recursos significativos para o estado.

Os estados do Sul do Brasil estão enfrentando severas consequências devido ao desmatamento das últimas décadas, que têm exacerbado problemas climáticos. Eles lidam com tempestades intensas, granizo, destruição de propriedades, danos ao gado e quedas de energia, resultando em grandes prejuízos econômicos. Algumas cidades já implementam reflorestamento para mitigar os efeitos das tempestades.

Os agricultores do Sul, influenciados por políticas federais que incentivavam o desmatamento, contribuíram para os problemas enfrentados em Rondônia. A combinação de desmatamento e eventos climáticos extremos, como ventanias e chuvas torrenciais, pode levar a desastres naturais semelhantes aos já observados no Sul do país nos próximos anos.

O vice-governador Sérgio Gonçalves, que é o virtual candidato do União Brasil para o governo estadual, permanece otimista, apesar de uma situação adversa nas pesquisas. Parte da base do atual governador Marcos Rocha se opõe à sua candidatura, preferindo outros nomes como Fernando Máximo ou Marcos Rogério.

Recentemente, em Porto Velho, um vereador foi afastado pela justiça devido a escândalos relacionados a rachadinhas e contratação de funcionários fantasmas. Em Ji-Paraná, outro vereador pediu afastamento após um episódio de mau comportamento em público. Apesar da gravidade das situações, até o momento não houve discussão sobre a cassação de mandatos, refletindo uma cultura de acobertamento na política local.

Imobiliárias e corretores de imóveis estão animados com novas medidas econômicas que ampliam o acesso ao financiamento da casa própria, ajudando a reaquecer o mercado para a classe média. No entanto, a alta taxa de juros ainda é um fator preocupante, embora haja esperança de que diminua durante o período eleitoral.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo