Quatro estátuas douradas em Washington em projeto de Trump
Revitalização promovida por Trump aplicou pintura dourada em quatro esculturas de 1951 na Memorial Bridge; obra custou US$5,1 milhões e gerou críticas.
Carregando...
Stellantis convoca recall de 1,5 milhão de RAM 1500 de 2019 a 2026 por falha nas ancoragens dos cintos da segunda fila; Brasil ainda sem confirmação.
A Stellantis, proprietária da marca RAM, anunciou um recall de mais de 1,5 milhão de unidades da picape RAM 1500 por defeito nos cintos de segurança da segunda fileira de assentos.
Os veículos afetados foram fabricados entre 2019 e 2026. A maior parte das unidades está nos Estados Unidos; há também carros atingidos no Canadá, no México e em outros mercados fora da América do Norte.
A tabela abaixo mostra a distribuição aproximada das unidades incluídas na campanha de recall por país/região.
| País/Região | Unidades |
|---|---|
| Estados Unidos | 1.270.000 |
| Canadá | 156.000 |
| México | 15.000 |
| Fora da América do Norte | ≈75.000 |
| Total | Mais de 1.500.000 |
Segundo a montadora, o problema está nos pontos de ancoragem das fivelas dos cintos na segunda fileira: especificamente na fivela do cinto do meio e na fivela do cinto do passageiro da esquerda (atrás do motorista). O defeito pode comprometer o desempenho do sistema de retenção e aumentar o risco de ferimentos aos ocupantes.
A Stellantis informou ter conhecimento de um caso de lesão possivelmente relacionado ao defeito, sem registro de mortes até o momento.
No Brasil, a RAM 1500 é comercializada desde 2020. A montadora ainda não confirmou se as unidades brasileiras serão incluídas no recall.
Fonte das informações: Reuters; Stellantis
Revitalização promovida por Trump aplicou pintura dourada em quatro esculturas de 1951 na Memorial Bridge; obra custou US$5,1 milhões e gerou críticas.
UE diz que Temu não entregou dados sobre gestão, tecnologia e registros durante ação em Dublin; falta de cooperação pode gerar multa de até 1% do faturamento.
Guarda iraniana diz ter atacado e detido dois petroleiros em rota 'não declarada' no Estreito de Ormuz, avisou armadores e seguradoras; EUA não comentaram
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.