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  • 19 Apr, 2026

Nacionalistas brasileiros expressam preocupações com ocupações estrangeiras na Amazônia, após tensões políticas na América Latina e na história da Fordlândia.

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Os nacionalistas brasileiros expressam preocupação com a possibilidade de ocupação estrangeira no território nacional, especialmente em relação à Amazônia. Essa preocupação ganhou força após a viralização de fake news sobre um mapa que alegava que a floresta era propriedade americana desde 1816, um boato originado entre ex-militares.

Recentes eventos, como a captura de Nicolas Maduro na Venezuela, tentativas de invasão da Groelândia, e ameaças militares dos EUA na Colômbia, reforçam as temáticas de ocupação estrangeira em debate entre nacionalistas. Contudo, é necessário um olhar crítico frente às informações que circulam.

Historicamente, os Estados Unidos já tentaram se estabelecer na Amazônia. A experiência mais notável foi a criação de Fordlândia, um projeto de Henry Ford idealizado na década de 1920 no Pará, com o objetivo de garantir o fornecimento de látex para a produção de pneus. O empreendimento, no entanto, falhou e resultou em uma cidade em ruínas, demonstrando que a Amazônia poderia ser explorada por qualquer um que tenha recursos para tal.

Em relação às eleições de 2006 para o governo de Rondônia, surgem suspeitas de que algumas candidaturas têm a intenção de posicionar-se como vice de candidatos melhor avaliados nas pesquisas. Nomes como Flori Cordeiro, Expedito Neto e Samuel Costa são mencionados nesse contexto de busca por alianças.

A família Bolsonaro apresenta divisões em seus apoios nas candidaturas ao governo e ao Senado. A ex-primeira dama, Michele Bolsonaro, está ao lado do pré-candidato ao Senado Bruno Scheidt, enquanto os irmãos Bolsonaro e o presidente Jair Bolsonaro preferem Fernando Máximo e Marcos Rogério, respectivamente, criando uma situação confusa em torno das candidaturas.

O contexto político em Rondônia se fragmentou, com a Caravana da Esperança dividindo-se em três blocos: o primeiro liderado por Expedito Neto e unindo o PT, PC do B e o Partido Verde; o segundo com o MDB de Confúcio Moura e o PDT de Acir Gurgacz, e um terceiro bloco com Samuel Costa representando a Rede. Apesar da divisão, é esperado que cada bloco apresente candidaturas próprias ao governo.

A questão da emancipação de distritos, como Extrema e Tarilândia, permanece um tema em discussão nas eleições, embora sem avanços significativos nos últimos vinte anos. A inação dos deputados federais de Rondônia nessa área é notável, levando a um sentimento de insatisfação entre os eleitores, que podem se manifestar nas próximas eleições.

A corrida eleitoral em Rondônia mostra um cenário de mudanças, com o ex-prefeito Hildão Chaves retornando à disputa pelo governo, e o governador Marcos Rocha desistindo de sua candidatura ao Senado. Tal dinâmica reflete a incerteza que permeia o ambiente político local, dando espaço para novas reviravoltas até as convenções.

Nos próximos dias, as primeiras pesquisas eleitorais podem trazer novas informações sobre os candidatos ao Palácio Rio Madeira. O senador Marcos Rogério está em busca de um vice em Porto Velho, enquanto o PSD de Adailton Fúria e Expedito Junior expressa decepção pela recusa do governador em filiar-se ao partido, esperançoso por cargos públicos.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo