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Relatórios do TCE-RO revelam omissões na gestão da saúde no estado, com superlotação em hospitais e irregularidades financeiras em obras, como em R$ 55 mil na reforma do Hospital de Base.
O Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO) identificou deficiências significativas na gestão da saúde do estado, que foram classificadas como 'omissão gerencial' em relatórios técnicos. As inspeções realizadas revelaram problemas graves, como a superlotação crônica e irregularidades no fornecimento de insumos no Hospital João Paulo II, conforme registro publicado no Diário Oficial na quarta-feira, dia 11.
O Ministério Público de Contas (MPC) está monitorando a situação para avaliar a responsabilidade dos gestores da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) perante as deficiências nas áreas assistenciais e estruturais.
Ainda em relação às auditorias, foram apontadas inconsistências financeiras em obras hospitalares. Um exemplo é o Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, onde o TCE está investigando um 'possível dano ao erário' na ordem de aproximadamente R$ 55 mil, relacionado à reforma do piso da ala cardiológica.
A suspeita inicial indica que a empresa responsável pela obra pode ter utilizado materiais de qualidade inferior aos estipulados no contrato. O secretário de Saúde, Jefferson Ribeiro da Rocha, junto com as diretoras das unidades hospitalares, solicitou mais prazo para apresentar a defesa, justificando a necessidade de levantamento de dados técnicos.
Fonte da imagem: Daiane Mendonça / Governo de Rondônia - Secom
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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