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  • 23 Apr, 2026

Vereador Dr. Gilber vistoriou Linha C-01 (km 17 da BR-319) após chuvas que bloqueiam escoamento da produção de banana; vai cobrar obras emergenciais.

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Vereador Dr. Gilber (Novo) visitou no último domingo a Linha C-01, no km 17 da BR-319, para ouvir moradores e produtores rurais sobre os trechos de via hoje intransitáveis em razão das chuvas intensas e da elevação da cota do Rio Madeira.

A estrada, conhecida como uma das principais áreas produtoras de banana no entorno de Porto Velho, sofre bloqueios que impedem o escoamento da safra rumo a feiras e mercados. Produtores já relatam perdas e afirmam que, sem intervenção rápida, os prejuízos tendem a aumentar nas próximas semanas.

Segundo relatos colhidos na visita, pontos da via encontram-se alagados ou degradados a ponto de inviabilizar o trânsito de veículos de carga. A situação força o uso de caminhos alternativos, eleva o tempo de viagem e aumenta o risco de acidentes e custos logísticos.

“A situação é crítica. As famílias dependem da banana como principal fonte de renda. Se não houver uma intervenção emergencial para garantir a trafegabilidade mínima, teremos perda de alimentos, aumento de custos e risco de desabastecimento local”, afirmou o vereador durante a visita.

Dr. Gilber comprometeu-se a reunir, ainda nesta semana, representantes da Prefeitura de Porto Velho — em especial das secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e de Agricultura (Semagric) — e órgãos estaduais de defesa civil. O objetivo é cobrar ações imediatas de recuperação dos pontos mais críticos e a elaboração de um plano emergencial de drenagem e manutenção para o período chuvoso.

O parlamentar acrescentou que buscará soluções viáveis mesmo diante das limitações orçamentárias: “Não dá para esperar a estrada desaparecer ou os produtores quebrarem. Vamos buscar soluções viáveis, mesmo diante das limitações orçamentárias. A população não pode ser penalizada por algo que o poder público pode, sim, minimizar”.

A equipe do vereador já iniciou a documentação dos pontos de alagamento ao longo da via. Um relatório técnico será encaminhado à Prefeitura nos próximos dias, com pedido de resposta formal e apresentação de cronograma de ações para recuperação e drenagem.

Enquanto as medidas emergenciais não chegam, moradores e produtores seguem utilizando rotas alternativas, enfrentando custos maiores e atraso na entrega da produção. Lideranças comunitárias afirmam que a mobilização busca acelerar o atendimento a um problema que se arrasta por mais de dois meses.

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Assessoria