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  • 23 Apr, 2026

Vereador pede urgência na instalação de tampa em caixa pluvial na Avenida Tiradentes, onde entulho e obstrução ameaçam alagamentos e a segurança de pedestres.

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Um problema antigo em Porto Velho voltou a preocupar motoristas e moradores: uma caixa coletora de águas pluviais totalmente destampada na Avenida Tiradentes, nas proximidades do cruzamento com a Avenida Jorge Teixeira. Na semana passada, o vereador Dr. Gilber (Novo) protocolou um Pedido de Providências junto à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) solicitando, com urgência, a manutenção da estrutura e a instalação de uma tampa protetora.

A solicitação decorre de dezenas de reclamações de moradores e comerciantes da região. A caixa aberta acumula lixo e detritos — garrafas PET, sacolas plásticas, galhos, pneus e entulho de construção — e tem se transformado em um ponto de descarte irregular.

Segundo o vereador, o principal risco é a obstrução da rede coletora. Com o acúmulo de detritos, a água da chuva não encontra escoamento e rapidamente transborda sobre a pista, causando alagamentos. "Não se trata apenas de um problema estético ou de incômodo. É uma questão de segurança pública e infraestrutura", afirmou Dr. Gilber, ressaltando que a caixa aberta facilita o descarte de lixo e, em chuvas fortes, age como uma barragem.

A Avenida Tiradentes é uma das principais vias de ligação entre as zonas Sul e Leste da cidade, e o trecho próximo à Jorge Teixeira apresenta alagamentos recorrentes, principalmente nos últimos dois anos. Motoristas relatam que, após cerca de 20 minutos de chuva forte, a pista fica submersa, obrigando desvios por ruas laterais sem pavimentação, o que aumenta o risco de acidentes.

Além do problema de escoamento, a ausência da tampa expõe um buraco que, em alguns pontos, supera um metro de profundidade, oferecendo perigo a pedestres e motociclistas e já tendo provocado quase-acidentes, conforme testemunhas. O vereador aponta a instalação de uma grade ou tampa de concreto como a solução imediata e mais eficaz.

Dr. Gilber enfatizou a necessidade de atuação preventiva do poder público: pediu manutenção periódica e ações imediatas para evitar que o problema se transforme em tragédia, citando a possibilidade de quedas de crianças ou ferimentos graves em motociclistas caso a situação não seja resolvida.

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Assessoria