Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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Pesquisas com minicérebros enviados ao espaço enfrentam desafios devido ao corte de recursos do governo Trump, atrasando estudos sobre tratamentos neuroativos.
Um experimento iniciado em 2019, que envolve o envio de minicérebros, ou organoides, ao espaço, está sendo desenvolvido para investigar como o cérebro humano reage a diferentes medicações. Essa pesquisa é particularmente relevante para o tratamento de deficiências neurológicas e doenças degenerativas, incluindo Alzheimer. O projeto é liderado pelo professor Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia em San Diego.
O crescente interesse por essa pesquisa se justifica, uma vez que condições neurológicas tendem a afetar pelo menos um membro de cada família em algum momento da vida. Os testes recentes focam em extratos de plantas da Amazônia que possuem efeitos neuroativos. Entretanto, a interrupção de recursos para ciência durante o governo Trump dificultou a evolução das pesquisas, que, no entanto, continuam em colaboração com Spartaco Astolfi Filho, professor da Universidade Federal do Amazonas, que coletou ervas junto a tribos originárias, como os Huni Kuins. Os testes no espaço são considerados fundamentais para acelerar os resultados, que agora enfrentarão atrasos devido a cortes de verba.
No cenário político amazônico, as primeiras pesquisas nas eleições de senadores apontam para lideranças em seus respectivos estados. No Amazonas, Omar Azis (PP) e seu oponente, Capitão Neto (bolsonarista), disputam a preferência dos eleitores. Em Rondônia, Marcos Rogério (PL) enfrenta uma disputa acirrada com outros candidatos bolsonaristas e Confúcio Moura (MDB), enquanto no Acre, Alan Rick (União Brasil) se destaca, enfrentando a vice-governadora Maiza de Assis.
Em Rondônia, o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil) está confirmando sua candidatura ao governo estadual, mesmo ciente de potencial oposição a seu nome. Gonçalves parece disposto a negociar candidaturas ao Senado para o União Progressista, apostando em uma governança que busque manutenção de sua influência nas próximas eleições. Contudo, ele enfrenta um dilema: deve apoiar as ações de uma gestão a que pertence ou criticar aspectos que, segundo ele, precisam ser melhorados?
A situação política entre Gonçalves e o atual governador Marcos Rocha demonstra tensões. Enquanto o vice critica problemas atuantes na gestão, o governador busca novas alianças, revelando desconfianças sobre a continuidade da parceria. As movimentações políticas indicam que Marcos Rocha, buscando nova legenda, pode não confiar mais em Gonçalves para administrar um eventual governo.
A disputa pelo governo de Rondônia parece ainda um campo nebuloso. Diversos candidatos, incluindo políticos experientes e jovens em ascensão, colidem em suas visões e estratégia. O ex-ministro Amir Lando, o ex-senador Ernandes Amorim, e o ex-prefeito Carlos Magno ressaltam a presença de uma geração mais velha na contenda, enquanto figuras como Marcos Rogério, Fernando Máximo e Adailton Fúria representam uma nova leva de políticos.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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