STF retoma trabalhos com julgamentos polemicos e codigo de etica
Retomada inclui julgamentos sobre investigações (Banco Master, INSS), dosimetria, escolha no RJ, mineração em terras indígenas e debate sobre regras de conduta.
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Ivo Cassol considera lançar sua filha, Juliana, como candidata ao governo de Rondônia em 2026, tentando ampliar sua base política após impedimentos legais.
O ex-governador e ex-senador Ivo Cassol, em meio a descontentamento com traições políticas e impossibilidade de candidatar-se nas eleições de 2026 devido à Lei da Ficha Limpa, estaria promovendo o lançamento de um nome da sua família para concorrer ao governo de Rondônia.
De acordo com informações de articuladores políticos, Ivo Cassol estaria apostando na candidatura de sua filha, Juliana Cassol, que é digital influencer e conta com cerca de 52 mil seguidores no Instagram, onde compartilha aspectos de sua vida cotidiana, dicas de moda e experiências de viagens internacionais.
Na hipótese de Juliana confirmar a candidatura, Ivo Cassol pretende escolher um nome da capital para compor a chapa como vice-governador, buscando equilibrar as forças, uma vez que sua base política é predominantemente mais forte nas regiões interioranas do estado.
Historicamente, Ivo Cassol já lançou outros membros da família em campanhas políticas, incluindo sua esposa, Ivone Cassol, ao Senado, e sua irmã, Jaqueline Cassol, ao governo, além de ter apoiado o ex-vice, João Cahulla, em uma candidatura ao governo, todas sem sucesso nas urnas.
A expectativa com Juliana, caso ela decida concorrer, é de um desempenho mais favorável, alicerçado na comunicação e visibilidade que sua presença nas redes sociais pode proporcionar. Embora a candidatura ainda não tenha sido oficialmente confirmada, já provoca movimentações nos bastidores políticos de Rondônia, onde o cenário para a sucessão em 2026 continua incerto.
Fonte da imagem: Reprodução Instagram
Fonte das informações: Rondoniaovivo
Retomada inclui julgamentos sobre investigações (Banco Master, INSS), dosimetria, escolha no RJ, mineração em terras indígenas e debate sobre regras de conduta.
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