Jovem condenada a morte por morte de militar da Guarda em Isfahan
Taraneh Rahimi foi sentenciada à pena capital por acusação de homicídio ligada aos protestos de janeiro; há relatos de tortura; irmã cumpre 36 anos.
Carregando...
Após o colapso de uma geleira que deixou centenas mortos, o garoto de 8 anos, ferido e resgatado por helicóptero foi localizado em hospital e reencontrou a mãe.
O menino Zoyal Ghale, de 8 anos, reencontrou a mãe nesta sexta-feira (28) após sobreviver às enchentes que devastaram o norte do Nepal. Resgatado com uma perna quebrada e ferimentos no rosto, ele estava internado em um hospital de Katmandu.
O desastre aconteceu na quarta-feira (26), quando parte de uma geleira próxima ao pico Langtang Lirung desabou, provocando um deslizamento de rocha, gelo e lama que arrastou comunidades inteiras. A mãe de Zoyal, Matti Maya Tamang, de 28 anos, passou dias vasculhando abrigos e pontos de coleta em busca dos filhos até ser informada de que o filho mais velho havia sido localizado.
Segundo relatos do menino, ele e um colega estavam na escola quando a enchente atingiu o local. Para escapar da correnteza, correu para uma área de floresta e subiu em árvores até ser resgatado. Policiais que participaram do atendimento deram-lhe duas notas de 10 rúpias para convencê‑lo a ir ao hospital; depois ele foi transferido de helicóptero para Katmandu.
Uma equipe de reportagem localizou Zoyal em um hospital no distrito de Nuwakot e deixou um contato para a família. A mãe, que já havia passado dias acreditando que ambos os filhos haviam morrido, recebeu a informação e viajou até a capital, onde ocorreu o reencontro. Tamang também conseguiu localizar o filho mais novo com vida.
“Já tinha aceitado que meus dois filhos não estavam mais entre nós. Tudo o que eu podia fazer era chorar”, disse a mãe, lembrando o desespero até saber que pelo menos um dos meninos estava vivo.
O pai de Zoyal trabalha na construção civil no Japão e também seguia a caminho do hospital. Com as linhas de ônibus suspensas pela destruição das estradas, uma jornalista ajudou a providenciar transporte para que a mãe chegasse a Katmandu.
As autoridades ainda trabalham no resgate e na identificação das vítimas. Até o momento foram registradas dezenas de mortes e milhares de pessoas deslocadas e desaparecidas nas áreas afetadas do Nepal e do Tibete.
Os órgãos humanitários alertam para o impacto sobre crianças e famílias nas regiões montanhosas aos arredores da capital, onde escolas e infraestrutura foram parcialmente ou totalmente destruídas pelas correntes de água e detritos.
Dados consolidados sobre o desastre:
| Item | Número |
|---|---|
| Pessoas mortas (mínimo) | 580 |
| Desaparecidas (estimativa) | cerca de 2.500 |
| Crianças afetadas (distritos próximos a Katmandu) | pelo menos 17.000 |
Equipes de socorro continuam as operações nos distritos de Rasuwa, Nuwakot e Dhading, e agências internacionais, incluindo o setor humanitário da ONU, trabalham com o governo local para identificar, registrar e reunir crianças separadas de suas famílias.
Em meio à reconstrução das rotas de acesso e à busca por desaparecidos, famílias como a de Tamang tentam retomar uma rotina mínima após o trauma: “Depois que encontrei o mais velho, senti que minha vida tinha voltado”, afirmou.
Fonte da imagem: Ranup Shrestha
Fonte das informações: reportagem local e agências
Taraneh Rahimi foi sentenciada à pena capital por acusação de homicídio ligada aos protestos de janeiro; há relatos de tortura; irmã cumpre 36 anos.
Em Ohio, 16 crianças resgatadas de casa insalubre e confinadas a um cômodo; mãe e parentes presos, acusados de colocar crianças em risco e abuso sexual.
No estado de Ondo, no sul da Nigéria, bebida caseira suspeita de conter metanol afetou cerca de 182 pessoas; 15 pessoas presas e dezenas tratadas.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.