Darci Cerutti representa Sebrae Rondônia em encontro nacional
Darci Cerutti, presidente do Sebrae Rondônia, participou em São Paulo de encontros sobre governança e inovação para fortalecer o empreendedorismo local.
Carregando...
MPF e MPRO ajuizaram ação para garantir energia a 9 mil moradores isolados em Rondônia; pedem troca emergencial da operadora e plano de interligação ao SIN.
O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) ajuizaram ação civil pública com pedido de tutela de urgência para garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica em comunidades isoladas do estado. A medida visa evitar a interrupção do serviço que, segundo a peça inicial, afeta cerca de 9 mil moradores de localidades ribeirinhas, quilombolas e rurais não conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
A ação foi protocolada na 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Rondônia e tem como réus a União, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a empresa Brasil Bio Fuels (BBF) e a Energisa Rondônia.
Segundo o MP, a atuação decorre de semanas de monitoramento da crise energética que atinge distritos e comunidades em municípios como Porto Velho, Guajará-Mirim, São Francisco do Guaporé, Chupinguaia, Alta Floresta d'Oeste e Presidente Médici. Sucessivas interrupções já teriam comprometido atividades escolares, atendimentos de saúde, campanhas de vacinação e o abastecimento básico de água potável nessas regiões.
Na petição inicial, o MPF aponta que a concessionária BBF enfrenta grave crise financeira, encontra-se em recuperação judicial e não tem conseguido honrar obrigações essenciais — como pagamento a fornecedores, logística de combustível e manutenção de equipamentos das usinas termelétricas responsáveis pela geração local.
O documento afirma ainda que a ANEEL tinha conhecimento formal do risco de colapso desde 2024, mas que a União e a agência reguladora permaneceram omissas quanto à adoção de providências estruturais capazes de evitar a descontinuidade do serviço.
Como medidas imediatas, MPF e MPRO pedem ao Judiciário a determinação de ações urgentes para garantir o fornecimento, incluindo a substituição emergencial da atual operadora pela Energisa Rondônia, conforme previsão do Decreto nº 12.054/2024, até a realização de novo processo licitatório para definição definitiva da prestação do serviço.
A ação também requer que a União e a ANEEL apresentem um plano concreto para a interligação definitiva dessas localidades ao Sistema Interligado Nacional, com o objetivo de eliminar a dependência dos sistemas isolados e prevenir novos episódios de apagão.
Para o Ministério Público, a situação transcende questões contratuais e configura violação de direitos fundamentais, como dignidade humana, acesso à saúde, educação e segurança alimentar das populações afetadas. A petição aguarda agora a análise judicial do pedido liminar; se deferida, as medidas poderão ser implementadas imediatamente para evitar novos apagões nas comunidades atingidas.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Assessoria
Darci Cerutti, presidente do Sebrae Rondônia, participou em São Paulo de encontros sobre governança e inovação para fortalecer o empreendedorismo local.
Dia D no Nova Esperança mobilizou 60 profissionais e visitou cerca de 2.050 casas, com conscientização, recolhimento de entulho e uso de drones.
Leda, 58, tinha sonho de ser professora frustrado por expectativas familiares; superou abuso, retomou estudos e pede que as mulheres busquem independência.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.