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O Instituto do Coração de Rondônia foi multado por descartar resíduos hospitalares de maneira inadequada, colocando em risco a saúde pública. Vistoria da SEMA revelou falhas na segregação de materiais, como agulhas e seringas, que deveriam ser tratados como lixo especial. A Vigilância Sanitária ainda não se manifestou.
O Instituto do Coração de Rondônia, situado na Rua Rafael Vaz e Silva, em Porto Velho, foi multado por práticas inadequadas no descarte de resíduos hospitalares. A penalização, decorrente do descarte irregular de materiais perfurocortantes, como seringas e agulhas entre o lixo comum, foi revelada em um relatório técnico da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMA), datado de 27 de outubro de 2023.
A vistoria realizada no instituto identificou a acondicionamento impróprio de resíduos característicos de atividades hospitalares, o que infringe normas ambientais e sanitárias. O local abriga diversas empresas do setor de saúde, todas classificadas como geradoras de resíduos de alto potencial poluidor, levando a um aumento do risco para trabalhadores, coletores e para a população em geral.
As informações obtidas indicam que os representantes do Instituto do Coração alegaram que a gestão dos resíduos é centralizada por uma das empresas locais, responsável pela administração da infraestrutura comum. Devido à complexidade de identificar a fonte exata das falhas entre as diferentes companhias, a fiscalização decidiu responsabilizar a entidade que assumiu a função de gestor do sistema de manejo de resíduos.
As falhas apontadas são principalmente relativas à segregação inadequada dos resíduos na origem, um passo fundamental para minimizar riscos sanitários, ambientais e ocupacionais. A Vigilância Sanitária foi acionada, porém ainda não se manifestou sobre possíveis ações a serem tomadas no caso, nem se haverá uma investigação específica para apurar as infrações sanitárias decorrentes das irregularidades detectadas.
O Instituto do Coração foi contatado para fornecer mais detalhes sobre a situação e a equipe aguarda um retorno.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMA)
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