STF determina 90 dias para União revisar regras da CVM
Flávio Dino dá 90 dias para Fazenda coordenar revisão das regras da CVM por falhas de controle interno e arquivamento de denúncias incluindo caso Banco Master.
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Dados por satélite indicam risco irreversível à Amazônia até 2030 por desmatamento; em Rondônia, escândalos, violência e disputa eleitoral 2026 dominam debates.
Cientistas dos Estados Unidos, China e França que trabalham com dados de satélite e medições desde 1992 alertam para risco de danos irreversíveis à Amazônia se o desmatamento continuar em níveis elevados. Com base em séries históricas, pesquisadores identificaram ciclos de seca intensa a cada sete anos e apontam 2030 como a provável data da próxima grande seca, reforçando a necessidade de conter a perda de floresta para evitar impactos climáticos e ecológicos graves.
O uso de dados concretos e monitoramento por satélite vem ampliando a credibilidade das previsões científicas, embora avisos sobre catástrofes futuras muitas vezes encontrem descrédito no público, por associações com previsões anteriores que não se concretizaram.
Investigações da Polícia Federal alcançam parlamentares de diferentes legendas no âmbito do caso do Banco Máster, envolvendo figuras como Ciro Nogueira e Jaques Wagner, segundo apurações. Paralelamente, há indicações de envolvimento de deputados e senadores em esquemas relacionados ao INSS e a supostas “rachadinhas” em emendas parlamentares com prefeitos e empreiteiras, alimentando pedidos por renovação do Congresso Nacional.
Ouro Preto do Oeste, a 330 quilômetros de Porto Velho, comemorou mais um aniversário de emancipação política e administrativa esta semana. Considerada um dos berços da colonização em Rondônia, a cidade enfrentou, ao longo das décadas, movimento de população para municípios surgidos posteriormente, como Machadinho do Oeste, Buritis e Ponta do Abunã. Líderes históricos com atuação na região incluem Assis Canuto, o ex-prefeito Carlos Magno e o deputado federal Lúcio Mosquini.
O campo da segurança pública é um dos mais disputados para as eleições de 2026 em Rondônia, com militares e delegados concorrendo a vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Na bancada federal rondoniense já estão o coronel Chrisostomo (Porto Velho) e o delegado Thiago Flores (Ariquemes); a disputa passa a contar também com o Coronel Vital, ex-secretário de Segurança. No Executivo estadual, o governador Marcos Rocha também tem origem militar.
Apesar da presença de agentes de segurança eleitos, índices elevados de criminalidade persistem, especialmente em Porto Velho, onde se observa aumento de pontos de venda de drogas e expansão de facções como PCC e Comando Vermelho, além de grupos locais que atuam em conjuntos habitacionais. Autoridades relatam apreensões significativas de entorpecentes nas rodovias e rios, mas a sensação de insegurança continua a dominar bairros e comunidades.
Com as convenções partidárias se aproximando, algumas candidaturas apresentam desempenho fraco nas pesquisas iniciais e podem ser substituídas por acordos de aliança. Entre os nomes com índice reduzido estão o professor Pedro Abib (MDB), o ex-deputado Expedito Neto (PT) e Samuel Costa (PSB), enquanto disputas internas em partidos, como o MDB, acentuam divisões locais.
O ex-senador Acir Gurgacz (PDT) confirmou candidatura ao Senado durante participação no programa de rádio A Voz do Povo, afirmando que já percorre municípios apresentando propostas. Gurgacz criticou o que chamou de omissão da bancada federal sobre a questão do pedágio e defendeu redução de tarifas, além da necessidade de inserir Rondônia em um processo de industrialização.
Com a Copa do Mundo em curso, atividades de campanha registram redução visível, embora equipes de marketing e institutos contratados por candidaturas mantenham pesquisas para identificar prioridades do eleitorado. Em levantamento informal entre municípios como Guajará Mirim, Ji-Paraná, Colorado do Oeste e Ouro Preto do Oeste, segurança pública e saúde emergem como as principais preocupações da população.
Em desdobramentos eleitorais regionais, Roraima realiza eleição suplementar neste domingo, dia 21, após a cassação do mandato do governador Antônio Denarium; o vencedor cumprirá mandato tampão de pouco mais de seis meses. Em Rondônia, o ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves (União Brasil/Progressistas) intensificou críticas à administração do governador Marcos Rocha, colocando-se na oposição, enquanto Adailton Fúria aparece como possível candidato da situação para defender o legado do atual governo.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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