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  • 17 Apr, 2026

Na Páscoa, o salmão cresce como alternativa ao bacalhau: preço mais competitivo, promoções e praticidade impulsionam oferta; previstas 2.500–3.000 t.

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Nos últimos anos, o salmão passou a ocupar espaço maior nas refeições de Páscoa, substituindo em parte o bacalhau tradicional. O crescimento do consumo se deve a preços mais competitivos, facilidade de preparo e maior presença do produto em promoções.

As ofertas e descontos ampliaram o acesso ao salmão, tornando-o uma alternativa mais em conta em comparação ao bacalhau, historicamente mais caro.

O comportamento do consumidor também mudou: famílias deixam de concentrar as compras em um único tipo de peixe e diversificam o cardápio, incluindo mais pescados frescos ao lado do salmão.

Para atender essa demanda variada, o varejo tem reforçado estoques e ampliado a diversidade de produtos, oferecendo desde cortes mais acessíveis até opções premium.

A expectativa é que o volume comercializado durante o período fique entre 2.500 e 3.000 toneladas de pescados, número que reflete tanto o aumento da procura quanto a estratégia de fortalecer a oferta de produtos frescos nas lojas.

O movimento impacta a cadeia produtiva: produtores, distribuidores e importadores precisam ajustar a oferta e a logística para dar conta do crescimento da demanda. Além disso, o aumento do consumo abre oportunidades em áreas ligadas à produção, armazenamento, transporte e comercialização.

A tendência de diversificação do consumo de peixes deve se manter nos próximos anos, impulsionada pela busca dos consumidores por praticidade, variedade e melhor custo‑benefício, fazendo com que a Páscoa deixe de depender de um único produto e passe a refletir um consumo mais amplo.

Fonte da imagem: Reprodução/Ricardo Castro

Fonte das informações: AgroEmCampo