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Oito pessoas morreram em acidentes na BR-364, Rondônia, levantando preocupações sobre a fiscalização de carretas, que frequentemente trafegam com excesso de peso.
Na última semana, a BR-364, em Rondônia, registrou a morte de oito pessoas em diversos acidentes envolvendo carretas. Uma nona vítima foi hospitalizada em estado grave e outros envolvidos nas colisões também ficaram feridos. De acordo com dados preliminares do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/RO), até setembro de 2025, um total de 1.292 acidentes haviam sido registrados nesta rodovia.
Fontes consultadas relataram que a fiscalização insuficiente dos caminhões contribui para a insegurança no trânsito da BR-364. O excesso de carga e a circulação de veículos durante a noite são apontados como algumas das causas para o aumento da letalidade na rodovia. Rondônia, sendo um grande produtor agropecuário, depende do transporte rodoviário, especialmente por veículos como rodotrem e bitrem, frequentemente chamados de carretas.
Muitos desses veículos transitam pesados, enquanto motoristas, para aumentar a produtividade, ignoram regulamentações sobre horários de descanso. Um servidor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), que falou sob condição de anonimato, revelou que a atual ausência de postos de pesagem e balanças adequadas agrava a situação. “As balanças do Dnit não pesam todos os veículos. Muitas carretas operam com pelo menos 30% de excesso de peso, e algumas chegam a passar até 90% do limite permitido”, explicou.
A fiscalização de peso é realizada pelo Dnit e pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (Antt). Rondônia tinha anteriormente um Posto de Pesagem de Veículos (PPV) do Dnit em Ouro Preto do Oeste, que foi desativado em 2014. Atualmente, o Dnit utiliza balanças móveis em locais como Ji-Paraná e Pimenta Bueno. O servidor acrescentou que o sobrepeso dos caminhões também provoca uma rápida deterioração do pavimento da rodovia.
A Polícia Rodoviária Federal de Rondônia (PRF/RO) é encarregada de verificar a segurança no trânsito de carretas, incluindo a observância do tempo de direção. Em geral, o tráfego de veículos longos é permitido durante o dia, enquanto rodotrens podem circular em rodovias de pista dupla a qualquer hora e nas simples somente durante o dia.
Veículos que cumpram as exigências legais estão autorizados a transitar à noite, mas os motoristas devem obedecer aos limites de condução e respeitar os períodos de descanso, que incluem 11 horas ininterruptas a cada 24 horas de rodagem ou a pausa de 30 minutos após seis horas de condução. O não cumprimento das regras de descanso pode resultar em infrações de trânsito.
Um estudo da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) revelou que a maioria dos acidentes de trânsito, cerca de 90%, é causada por erro humano, com fatores como a falta de atenção e sonolência se destacando como os mais críticos. Apesar disso, algumas transportadoras exigem que os motoristas cumpram metas impraticáveis, levando a jornadas de trabalho irregulares.
No trecho entre Porto Velho e Vilhena, a PRF mantém fiscalização constante, utilizando diários de bordo e equipamentos como o cronotacógrafo, que registra dados de velocidade, distância e tempo de direção dos veículos. A PRF também foi contatada para fornecer mais detalhes sobre suas atividades de fiscalização.
Em Cujubim, produtores rurais interditaram a BR-364 em protesto contra a revogação de um plano de desocupação na Estação Ecológica Soldado da Borracha e a desativação de pedágios pela Nova 364, a concessionária que assumiu a rodovia no ano passado. A concessionária entrou com um pedido judicial para liberar a rodovia, mas os manifestantes continuaram a bloquear a via, alegando que não receberam notificação oficial.
Em futuro próximo, os novos pedágios da Nova 364 poderão incluir postos de pesagem, o que facilitará a supervisão do tempo de rodagem e descanso pelos agentes da PRF.
Fonte da imagem: Rondoniaovivo
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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