Quatro estátuas douradas em Washington em projeto de Trump
Revitalização promovida por Trump aplicou pintura dourada em quatro esculturas de 1951 na Memorial Bridge; obra custou US$5,1 milhões e gerou críticas.
Carregando...
O STF concedeu autorização para os índios cinta-larga, sob orientação do advogado Marcio Welder, explorarem diamantes por 24 meses, visando melhorias nas aldeias.
O advogado Marcio Welder, que atualmente reside em Porto Velho, obteve uma importante vitória judicial ao conseguir uma decisão favorável do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão, assinada pelo ministro Flávio Dino, permite que os índios cinta-larga explorem diamantes por um período de 24 meses.
Natural de Cacoal e filho de um dos pioneiros da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Rondônia, Marcio Welder foi criado em um ambiente próximo a diversas lideranças indígenas. Ele conta com a confiança tanto de jovens caciques quanto de lideranças tradicionais, como Nacoça Pio Cinta-Larga.
A medida cautelar foi impetrada em nome da Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta-Larga (Patjamaaj) e se baseou na ausência de legislação que defina critérios para a garimpagem nas terras indígenas. Diante disso, o STF se vê na posição de decidir sobre essa questão complexa e historicamente debatida.
A terra dos cinta-larga possui uma vasta jazida de diamantes, mas os indígenas frequentemente enfrentam dificuldades como a fome e a escassez de atendimento médico e odontológico. Essa exploração mineral poderia ajudar a melhorar as condições de vida da comunidade.
A presidente da Agro Indígena no Brasil, Elisangela Lima, destacou a contribuição de Marcio Welder na luta pelos direitos indígenas. Ela elogiou seu profundo conhecimento da causa e mencionou sua disposição em colaborar para minimizar o sofrimento nas aldeias cinta-larga.
Com a decisão, a Patjamaaj agora precisará contratar uma empresa especializada para realizar a extração de diamantes nas terras indígenas, o que pode trazer benefícios significativos para a comunidade.
Fonte da imagem: BlogEntrelinhas
Fonte das informações: Idaron
Revitalização promovida por Trump aplicou pintura dourada em quatro esculturas de 1951 na Memorial Bridge; obra custou US$5,1 milhões e gerou críticas.
Stellantis convoca recall de 1,5 milhão de RAM 1500 de 2019 a 2026 por falha nas ancoragens dos cintos da segunda fila; Brasil ainda sem confirmação.
UE diz que Temu não entregou dados sobre gestão, tecnologia e registros durante ação em Dublin; falta de cooperação pode gerar multa de até 1% do faturamento.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.