Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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A Amazônia enfrenta um cenário desolador entre ambientalistas, com biólogos como Erika Berenguer apontando um futuro incerto, mas ainda com flora nativa resistente.
Atualmente, observa-se a divergência de opiniões entre ambientalistas sobre o futuro da Amazônia, divididos em três grupos principais: pessimistas, muito pessimistas e catastrofistas. A confiança em uma proteção efetiva da floresta foi esquecida, com o agravamento do desmatamento e o aumento das notícias preocupantes neste início de século XXI.
Os pessimistas e muito pessimistas ainda lutam por causas ambientais, buscando despertar a consciência da sociedade sobre os impactos da perda da biodiversidade. A diferença entre essas duas categorias reside na intensidade de seu ativismo e na capacidade de mobilização que exercem.
Por outro lado, os catastrofistas consideram a situação irreversível, aguardando tempos sombrios. A bióloga Erika Berenguer, com mais de 15 anos de pesquisa sobre queimadas na Amazônia, ilustra uma visão crítica, posicionando-se como uma pessimista que acredita que a floresta diminuirá em densidade, mas não necessariamente será destruída, já que algumas plantas nativas conseguirão sobreviver às condições adversas.
No cenário político de Rondônia, está emergindo uma força familiar que pretende dominar as eleições de 2026. O atual governador Marcos Rocha, do União Brasil, planeja concorrer a uma vaga no Senado, enquanto sua esposa, Luana Rocha, e seu irmão, Sandro Rocha, disputarão cargos na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, respectivamente. Historicamente, a capital Porto Velho não conseguiu criar clãs políticos significativos, e Rocha busca mudar essa dinâmica.
Em meio a essa movimentação, surgem rumores de uma possível conspiração para afastar o vice-governador Sergio Gonçalves da disputa pelo governo. Apesar de tentativas anteriores de aproximação entre ele e Marcos Rocha, alguns aliados políticos do governador preferem apoiar o atual presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano, em vez do vice.
No plano nacional, o vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, está liderando as pesquisas para o Senado em Santa Catarina, ao lado do senador Esperidião Amin e da deputada Caroline de Toni. Apesar das críticas da imprensa e de adversários locais, sua popularidade permanece alta, enquanto ele transfere seu domicílio eleitoral para o estado, onde já conta com apoio familiar na política local.
Apesar das dificuldades enfrentadas por Jair Bolsonaro e a diminuição do bolsonarismo em certos locais, candidatos de direita ainda lideram em várias eleições estaduais, incluindo Rondônia e Acre. Na capital rondoniense, há uma expectativa otimista entre os líderes da esquerda e centro-esquerda para conquistar mais representantes.
Concorrendo ao cargo de vice-governador na chapa do ex-governador Ivo Cassol, o ex-deputado estadual Everton Leoni enfrenta uma competição crescente. Embora tenha um histórico de apoio a Cassol, ele precisa lidar com a entrada de outros candidatos influentes, enquanto sua importância na primeira eleição de Cassol é lembrada como um ponto forte.
A corrida eleitoral também revela divisões entre os apoiadores de Bolsonaro em Rondônia, onde diversos candidatos disputam o Senado, incluindo Marcos Rocha, Marcos Rogério, Silvia Cristina e outros. Essa intensa competitividade pode resultar em consequências imprevistas, com uma iminente "canibalização política" entre aliados.
A natureza também está mostrando alterações, com vendavais em Rondônia sinalizando um possível inverno amazônico mais severo. A BR-319, uma importante conexão entre Porto Velho e Manaus, está sendo preparada para enfrentar as chuvas. Além disso, o cenário político se agita com governadores se preparando para a sucessão presidencial de Lula, enquanto imóveis abandonados na capital se deterioram.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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