Assessor da Fifa renuncia por proposta de venda de direitos da Copa
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Avanços tecnológicos, como o Lidar, começam a revelar espécies e paisagens amazônicas antes invisíveis, ampliando o conhecimento da biodiversidade.
Na Amazônia, espécies discretas continuam a escapar à percepção humana, mas avanços tecnológicos começam a mudar esse cenário. O macaco-velho, animal arborícola e de movimentos lentos que inspirou o ditado popular, exemplifica essa invisibilidade: frequentemente visto apenas na tradição, é pouco observado em campo por sua camuflagem e preferência pelas copas das árvores. Sensores remotos como o Lidar (Light Detection and Ranging) têm ampliado a capacidade de detectar estruturas e formas de vida na floresta, indicando que organismos antes considerados “invisíveis” podem ser identificados conforme a tecnologia e as pesquisas de campo se intensificam.
Há mais de quatro décadas, dois grandes naufrágios na região Norte — envolvendo os navios Novo Amapá e Sobral Santos 2, com cerca de 400 vítimas cada — marcaram a navegação fluvial. Apesar da distância temporal, problemas persistem: superlotação de passageiros e cargas, riscos em embarcações pequenas, aumento de ações de pirataria contra cargas e fiscalização insuficiente. Estados como Amazonas, Pará e Amapá dependem fortemente dos rios para transporte; Rondônia, com malha rodoviária mais consolidada, é relativamente menos dependente.
As eleições de 2026 em Rondônia prometem surpresas eleitorais, as chamadas “zebras”. Observadores políticos lembram que, desde as primeiras disputas estaduais a partir de 1982, a história eleitoral do estado registra reviravoltas inesperadas. Exemplo citado ocorre nas disputas da década de 1980, quando chapas consideradas favoritas foram superadas nas urnas, refletindo a volatilidade do eleitorado e a importância de fatores locais e nacionais na definição de resultados.
Em 1986, uma mudança de forças políticas foi registrada no estado: mesmo com candidatos apoiados por grupos tradicionais e personalidades influentes, a apuração trouxe surpresas e alterou o panorama estadual. A alternância de poder nos anos seguintes confirma a tradição de reviravoltas na política rondonienses.
O ex-governador Daniel Pereira é apontado por pesquisas de campo como um político com forte identificação junto ao funcionalismo público de Rondônia. Pereira, que foi vice de Confúcio Moura e assumiu o governo quando o titular se desincompatibilizou para disputar o Senado, cumpriu o mandato tampão e, conforme relatos locais, deixou de buscar novos cargos eletivos. Sua base de origem está no Cone Sul do estado, em municípios como Cerejeiras.
Pesquisas eleitorais em Rondônia mostram contradições significativas. Enquanto uma sondagem aponta rejeição ao atual governo de até 80%, outra indica quase 30% de intenção de voto para o candidato apoiado pelo governador. Numa leitura geral, Marcos Rogério aparece em posição de liderança, embora não com a margem que algumas pesquisas sugerem. Regionalmente, Adailton Fúria tem desempenho forte na Região do Café e Zona da Mata, e o ex-prefeito Hildon Chaves desponta bem na capital. Outros candidatos enfrentam dificuldades iniciais para crescer.
No plano nacional, nomes como Aécio Neves seguem mencionados em sondagens, mas sem confirmação pública de candidatura presidencial. O ex-governador Ronaldo Caiado tem simpatia de parcela da colônia goiana em Rondônia, atribuída à sua atuação em segurança pública em Goiás, que é citada como motivo de êxito em repressão a atividades criminosas. Em Rondônia, segurança e saúde pública permanecem entre os setores mais contestados pelos eleitores.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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